domingo, 20 de maio de 2012

Sapatos:uma paixão antiga.

 


 

Comecei a gostar de sapatos em uma época muito difícil de minha vida quando eu tinha apenas um par de sapatos para tudo!!

 

Era um sapatinho de borracha que o pessoal lá de casa chamava de cabeça de cobra e eu não tirava do pé, servia para ir :à Igreja , trabalho , escola , enfim ,para todos os lugares.

 

Hoje ,eu não tenho tantos sapatos assim , cerca de 50 pares mas ou menos...e nem uso todos.


Separei alguns modelos lindos para o deleite de meus leitores, vejam alguns:


 

 


 



Sapato é a peça do vestuário que tem a finalidade de proteger os pés. Nos países frios, o mocassim e as botas servem como protetores e aquecedores para os pés, ao passo que, nos países mais quentes, usa-se mais a sandália e o chinelo, protegendo o pé, mas sem o abafar.
Hoje, esta peça transcendeu sua finalidade inicial e serve como adorno e acessório de moda, tendo também uma função social.
AlGUNS SAPATOS MEUS :






Origem

Muitos atribuem aos egípcios a arte de curtir couro e fabricar sapatos, porém, existem evidências de que os sapatos foram inventados muito antes, no final do Período Paleolítico.
Existem evidências que a história do sapato começa a partir de 10 mil a.C., ou seja, no final do Paleolítico, pois pinturas desta época, em cavernas na Espanha e no sul da França, fazem referência ao calçado.

Sapato de couro de 800 a 400 a.C. no Museu Hallstatt, na Áustria.
Entre os utensílios de pedra dos homens das caverna existem vários que serviam para raspar as peles, o que indica que a arte de curtir é muito antiga. Nos hipogeus egípcios, que eram câmaras subterrâneas usadas para enterros, e que têm idade entre seis e sete mil anos, foram descobertas pinturas que representavam os diversos estados do preparo do couro e dos calçados.
No Antigo Egito, as sandálias dos egípcios eram feitas de palha, papiro ou de fibra de palmeira e era comum as pessoas andarem descalças, carregando as sandálias e usando-as apenas quando necessário. Sabe-se que apenas os nobres da época possuíam sandálias. Mesmo um faraó como Tutancamon usava sandálias e sapatos de couro simples, apesar dos enfeites de ouro.
Na Mesopotâmia eram comuns os sapatos de couro cru, amarrados aos pés por tiras do mesmo material. Os coturnos eram símbolos de alta posição social.

Reprodução de um sapato alemão de couro do século II.
Na Grécia Antiga, os gregos chegaram a lançar moda, como a de modelos diferentes para os pés direito e esquerdo.
Na Roma Antiga, o calçado indicava a classe social. Os cônsules usavam sapato branco, os senadores sapatos marrons presos por quatro fitas pretas de couro atadas a dois nós, e o calçado tradicional das legiões era a bota de cano curto que descobria os dedos.
Na Idade Média, tanto homens como mulheres usavam sapatos de couro abertos que tinham uma forma semelhante ao das sapatilhas. Os homens também usavam botas altas e baixas, atadas à frente e ao lado. O material mais corrente era a pele de vaca, mas as botas de qualidade superior eram feitas de pele de cabra.
A padronização da numeração é de origem inglesa. O rei Eduardo I foi quem uniformizou as medidas. A primeira referência conhecida da manufatura do calçado na Inglaterra é de 1642, quando Thomas Pendleton forneceu quatro mil pares de sapatos e 600 pares de botas para o exército. As campanhas militares desta época iniciaram uma demanda substancial por botas e sapatos.
Em meados do século XIX começaram a surgir as máquinas para auxiliar na confecção dos calçados mas, só com a máquina de costura o sapato passou a ser mais acessível.
A partir da quarta década do século XX, grandes mudanças começam a acontecer na Indústria calçadista, como a troca do couro pela borracha e pelos materiais sintéticos, principalmente nos calçados femininos e infantis. Atualmente algumas marcas de sapato se constituem enquanto símbolos de status social, assim, os sapatos deixam de ser apenas uma proteção para os pés.

O Sapato no Brasil


Sapatos dos índios americanos no Museu Britânico, em Londres.
Utilizados somente como proteção dos pés, com a vinda da côrte portuguesa ao Brasil, em 1808, o comércio sofreu um incremento e os costumes europeizaram-se, passado o sapato a fazer parte da moda. Nesta época os escravos eram proibidos de usar sapatos, mas quando conseguiam a liberdade, compravam um par de calçados como símbolo da nova condição social. Como muitos não se acostumavam a usá-lo, viravam objeto de decoração ou de prestígio, carregando-os, orgulhosamente, nos ombros ou nas mãos.
Apesar de existerem várias sapatarias no Rio de Janeiro para atenderem o mercado da alta sociedade local, o calçado normalmente era importado da Europa. No final do século XIX o modelo básico do calçado era a botina fechada de camurça, de pelica ou de seda para as mulheres mais abastadas, e os chinelos para o restante da população feminina.
Nas décadas de 1910 e 1920 o modelo de sapato feminino mais usado no Brasil era o borzeguim ou a botina, evitando os pés expostos, mesmo que os vestidos já tivessem subido seu comprimento.
No pós-guerra houve uma mudança muito grande na maneira de vestir e de calçar. A mulher passou a sair às ruas, praticar esportes e cuidar do corpo, sendo o tênis inventado nessa época. Além disso, como os vestidos encurtaram, os sapatos ficaram mais à mostra, aumentando a preocupação com a estética do calçado.

Referências

  • SCHEMES, Claudia. Pedro Adams Filho: empreendedorismo, indústria calçadista e emancipação de Novo Hamburgo. Tese. PUCRS. Porto Alegre, 2006.
  •  

 

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Sapato feminino de salto-alto.

Sapato masculino.
Sapato é a peça do vestuário que tem a finalidade de proteger os pés. Nos países frios, o mocassim e as botas servem como protetores e aquecedores para os pés, ao passo que, nos países mais quentes, usa-se mais a sandália e o chinelo, protegendo o pé, mas sem o abafar.
Hoje, esta peça transcendeu sua finalidade inicial e serve como adorno e acessório de moda, tendo também uma função social.

Origem

Muitos atribuem aos egípcios a arte de curtir couro e fabricar sapatos, porém, existem evidências de que os sapatos foram inventados muito antes, no final do Período Paleolítico.
Existem evidências que a história do sapato começa a partir de 10 mil a.C., ou seja, no final do Paleolítico, pois pinturas desta época, em cavernas na Espanha e no sul da França, fazem referência ao calçado.

Sapato de couro de 800 a 400 a.C. no Museu Hallstatt, na Áustria.
Entre os utensílios de pedra dos homens das caverna existem vários que serviam para raspar as peles, o que indica que a arte de curtir é muito antiga. Nos hipogeus egípcios, que eram câmaras subterrâneas usadas para enterros, e que têm idade entre seis e sete mil anos, foram descobertas pinturas que representavam os diversos estados do preparo do couro e dos calçados.
No Antigo Egito, as sandálias dos egípcios eram feitas de palha, papiro ou de fibra de palmeira e era comum as pessoas andarem descalças, carregando as sandálias e usando-as apenas quando necessário. Sabe-se que apenas os nobres da época possuíam sandálias. Mesmo um faraó como Tutancamon usava sandálias e sapatos de couro simples, apesar dos enfeites de ouro.
Na Mesopotâmia eram comuns os sapatos de couro cru, amarrados aos pés por tiras do mesmo material. Os coturnos eram símbolos de alta posição social.

Reprodução de um sapato alemão de couro do século II.
Na Grécia Antiga, os gregos chegaram a lançar moda, como a de modelos diferentes para os pés direito e esquerdo.
Na Roma Antiga, o calçado indicava a classe social. Os cônsules usavam sapato branco, os senadores sapatos marrons presos por quatro fitas pretas de couro atadas a dois nós, e o calçado tradicional das legiões era a bota de cano curto que descobria os dedos.
Na Idade Média, tanto homens como mulheres usavam sapatos de couro abertos que tinham uma forma semelhante ao das sapatilhas. Os homens também usavam botas altas e baixas, atadas à frente e ao lado. O material mais corrente era a pele de vaca, mas as botas de qualidade superior eram feitas de pele de cabra.
A padronização da numeração é de origem inglesa. O rei Eduardo I foi quem uniformizou as medidas. A primeira referência conhecida da manufatura do calçado na Inglaterra é de 1642, quando Thomas Pendleton forneceu quatro mil pares de sapatos e 600 pares de botas para o exército. As campanhas militares desta época iniciaram uma demanda substancial por botas e sapatos.
Em meados do século XIX começaram a surgir as máquinas para auxiliar na confecção dos calçados mas, só com a máquina de costura o sapato passou a ser mais acessível.
A partir da quarta década do século XX, grandes mudanças começam a acontecer na Indústria calçadista, como a troca do couro pela borracha e pelos materiais sintéticos, principalmente nos calçados femininos e infantis. Atualmente algumas marcas de sapato se constituem enquanto símbolos de status social, assim, os sapatos deixam de ser apenas uma proteção para os pés.

O Sapato no Brasil


Sapatos dos índios americanos no Museu Britânico, em Londres.
Utilizados somente como proteção dos pés, com a vinda da côrte portuguesa ao Brasil, em 1808, o comércio sofreu um incremento e os costumes europeizaram-se, passado o sapato a fazer parte da moda. Nesta época os escravos eram proibidos de usar sapatos, mas quando conseguiam a liberdade, compravam um par de calçados como símbolo da nova condição social. Como muitos não se acostumavam a usá-lo, viravam objeto de decoração ou de prestígio, carregando-os, orgulhosamente, nos ombros ou nas mãos.
Apesar de existerem várias sapatarias no Rio de Janeiro para atenderem o mercado da alta sociedade local, o calçado normalmente era importado da Europa. No final do século XIX o modelo básico do calçado era a botina fechada de camurça, de pelica ou de seda para as mulheres mais abastadas, e os chinelos para o restante da população feminina.
Nas décadas de 1910 e 1920 o modelo de sapato feminino mais usado no Brasil era o borzeguim ou a botina, evitando os pés expostos, mesmo que os vestidos já tivessem subido seu comprimento.
No pós-guerra houve uma mudança muito grande na maneira de vestir e de calçar. A mulher passou a sair às ruas, praticar esportes e cuidar do corpo, sendo o tênis inventado nessa época. Além disso, como os vestidos encurtaram, os sapatos ficaram mais à mostra, aumentando a preocupação com a estética do calçado.

Referências

  • SCHEMES, Claudia. Pedro Adams Filho: empreendedorismo, indústria calçadista e emancipação de Novo Hamburgo. Tese. PUCRS. Porto Alegre, 2006.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Nossa história

Em agosto de 2010 ,começou nossa linda história de amor na cidade de Garanhuns...Um friooo!
Foi tudo muito mágico e perfeito ...

Daí por diante, nunca mais nos separamos ,as dificuldades fortaleceram ainda mais nosso amor...
A vida estava dando uma nova oportunidade para  nossa felicidade...

Nossa família  nos apoiou bastante e esteve sempre ao nosso lado...
No dia 18 de abril de 2012 , oficializamos nossa união.
Nesse mesmo período, realizamos outros sonhos como o bicampeonato do Santinha , Fizemos algumas  viagens,conhecemos os dois BEATLES...
Obrigada Senhor!!

Menudo

 

Menudos é um grupo musical, classificado por muitos como uma boyband latina de Porto Rico, criado em 1977 pelo produtor Edgardo Díaz.
Na década de 80 passaram pelo grupo Xavier Serbia, Johnny Lozada, Charlie Massó, Ray Reyes, Roy Rosello, Robby Draco Rosa e Ricky Martin, alcançando projeção nacional. O primeiro país da América Latina em que ficaram famosos foi a Venezuela, posteriormente ficaram famosos também em outros países latino-americanos México, Argentina, Colômbia, Chile, Uruguai e Brasil.
O Menudo foi um fenômeno na America Latina; no Brasil, por exemplo, arrastou milhões de adolescentes (leia-se, meninas) de todas as classes sociais, que formavam milhares de fãs-clubes, numa extensão comparada apenas à beatlemania no mundo. O Menudo na década de 1980 era o grupo musical de maior visibilidade na mídia brasileira, os garotos porto-riquenhos apareciam a maior parte do tempo em programas televisivos, de rádios, revistas, jornais, enfim toda a imprensa específica para celebridades estava voltada para o fenômeno artístico Menudo. Nesta época, os menudos de Porto Rico chegavam a fechar os mais caros hotéis no país apenas para seu staff; os shows só podiam ser realizados nos maiores estádios de futebol das principais cidades brasileiras, devido ao imenso tamanho do público; e produtos como camisetas, bottons, álbuns, pôsteres, etc. vendiam tanto, que o grupo se sustentaria apenas com a venda destes, sem mencionar os shows e discos.
Na época que o Menudo atingiu seu apogeu na América Latina, seus componentes eram - os então adolescentes - Robby Rosa, Charlie Massó, Roy Rosselo, Ray Reyes e o ainda famoso Ricky Martin, este na época um pré-adolescente. Cada um deles tinha sua própria legião de fãs, para as quais eles cantavam músicas em espanhol, inglês ou português, como a romântica "If you're not here" ou então as bem dançantes, como a inesquecível "Não se reprima" com sua coreografia característica.
O sucesso do grupo foi diminuindo por conta da substituição de alguns componentes. Quando algum componente do grupo se tornava adulto era substituído por um outro adolescente. O problema é que devido a saída de alguns componentes, muitas meninas deixavam de ser fãs do grupo, principalmente porque dentre os componentes tinham os favoritos, como Robby, Charlie, entre outros, então sua saída provocava uma intensa comoção entre as adolescentes, muitas se afastavam das atividades do grupo. Por isso, cogitou-se, no final da década de 1990, que o Menudo tinha acabado, mas na verdade, tinha mudado tanto que pareceu que o grupo acabara.

Nova Formação
Mas o grupo não acabou, num Reality show chamado "Making Menudo" feito em 2007 , mas exibido na televisão só em 2008 , produzido pela MTV, tinha com função escolher 5 (cinco) novos rapazes para continuar a banda "Menudo". Esses rapazes foram estes: Carlos, Chris, José, Monti, Emmanuel.
Carlos Olivero veio de Chicago; Chris Moy, de Nova Iorque e José Monti Montañez, José Bordonada Collazo e Emmanuel Vélez Pagán vieram de Porto Rico.
O Reality show escolheu a nova formação da boy band mais famosa de todas. O programa é o jeito que a gravadora conseguiu de fazer o novo grupo decolar, já que nenhum após as primeiras formações estourou. O "novo Menudo" gravará um disco e sairá em turnê pelo mundo.
Origem: San Juan
País: Porto Rico
Gêneros: Pop latino, Teen pop, pop rock
Período em atividade:
1977 - 1996
2007-atualmente
Gravadoras: Sony/BMG
Integrantes
José Bordonada Collazo
Monti Montanez
Emmanuel Velez Pagan
Carlos Olivero
Chris Moy
Ex-integrantes
Ricky Martin
Abel Talamantez
Robi Draco Rosa
Rene Farrait
Johnny Lozada
Xavier Serbia
Miguel Cancel
Ricky Melendez
Rawy Torres
Angelo Garcia
Ruben Gomez
Charlie Masso
Ray Reyes
Roy Rosello

 

Por onde andam?

Roy Rosello



O cantor Roy Rosselló, do Menudo, está morando no Brasil. Se essa notícia fosse divulgada nos anos 80, quando a boyband reuniu 200 mil pessoas no estádio do Morumbi, em São Paulo, com certeza o rapaz não poderia nem sair de casa. Hoje, quase quarentão, Roy ainda é reconhecido nas ruas, principalmente por mulheres entre 30 e 40 anos. A reação ainda é carinhosa, mas bem mais comedida.
o ex-ídolo adolescente fala sobre sua trajetória após a saída do grupo, no início dos anos 90. Em carreira solo, continuou a fazer shows, gravar programas de TV e se apresentar em showmícios para políticos brasileiros.
Roy chegou a morar em Miami, onde se formou em produção de TV e cinema. Mas o sonho do Menudo já havia acabado, então Roy voltou para a terra natal, Porto Rico, e ficou sete anos afastado da carreira artística, quando trabalhou como empresário e executivo de marketing ao lado do pai. “Eu vendia apartamentos de luxo por meio milhão de dólares”, diz.
Mas uma reviravolta fez com que Roy voltasse para o Brasil. Ele descobriu que tinha uma filha brasileira, fruto de uma aventura na época áurea do Menudo. Viajou para Campinas, onde encontrou Bianca, que tinha na época 16 anos. A mãe de Roy montou um álbum com fotos de toda família para a menina conhecer. “Foi muito emocionante”, lembra Roy. Hoje ela tem 22 anos, continua morando em Campinas e mantém uma boa relação com o pai.
Apaixonado pelo Brasil, Roy decidiu continuar no país e aproveitou para retomar a carreira artística. Lançou em 2008 o single “História de amor”, que alcançou o segundo lugar nas rádios de Minas. A música, segundo ele, é uma mistura de ritmos caribenhos, baianos e eletrônicos. Com talento para os negócios, também abriu uma grife de joias e está tentando unir as duas coisas. “De vez em quando sorteio algumas joias para as minhas fãs”, diz Roy, que está inaugurando sua segunda loja em São Paulo.

É do tempo do Menudo que Roy tem as histórias mais divertidas, que vão virar um livro no futuro. “Nunca vi essa histeria com nenhuma outra banda. Depois dos Beatles, só o Menudo. É o tipo de coisa que não acontece mais”, avalia.
Roy lembra da vez em que fãs invadiram a pista de aterrissagem de um aeroporto, obrigando o piloto a recuar. Ou ainda quando estava tomando banho em um hotel, e uma menina apareceu no duto do ar condicionado. “Saí gritando de toalha pelo corredor, chamando a segurança”, conta.
A história mais pitoresca aconteceu no Rio de Janeiro, quando ele e Robby Rosa foram seqüestrados por cinco meninas. Perguntado se as garotas estavam armadas, Roy brinca: “Estavam... Armadas de um corpo maravilhoso” (risos). Segundo o cantor, eles passaram a tarde conversando na praia de Copacabana, até que elas se ofereceram para levá-los de táxi ao hotel onde a banda estava hospedada. Mas o destino dos pobres rapazes acabou sendo um motel em um lugar ermo. O preço para a liberdade? Roy e Robby deveriam dormir com elas. Os menudos fizeram o “sacrifício” e foram libertados. “Elas ficaram felizes e deixaram a gente ir”, lembra.
No entanto, apesar do que pode parecer, Roy e os outros rapazes não tiveram muitos relacionamentos com fãs na época. “Não tínhamos tempo. Nosso empresário ficava em cima, não deixava a gente namorar, colocava seguranças.” Tudo para não atrapalhar a carreira. Para conseguir beijar um menudo, pelo visto, só mesmo sequestrando...
Atualmente, Roy está passando uma temporada em Poços de Caldas, Minas Gerais, para divulgar seu CD. Há seis anos no Brasil, não tem vontade de voltar a morar em Porto Rico. “Já tive de tudo na vida. Ganhei dinheiro, viajei. Mas é aqui que me sinto em casa. O Brasil me preenche”, diz.

Robi Draco Rosa

Seu nome é Robert Edward Rosa Suárez, ou simplesmente Robi Draco Rosa, é um cantor, ex-integrante do grupo Menudo. Apesar de ser americano, se considera portoriquenho, devido à origem de seus pais, e para onde se mudou ainda criança, o que ajudou a reforçar suas raízes latinas.
Em 14 de fevereiro de 1984 ingressou no grupo Menudo, onde ficou conhecido como Robby Rosa. Permaneceu até 25 de fevereiro de 1987, sendo o primeiro e único integrante a abandonar o grupo por vontade própria. Isto aconteceu devido à sua insatisfação com a impossibilidade de incluir músicas que estava compondo no repertório do grupo. Os dirigentes do Menudo não aceitaram sua proposta e ele resolveu investir em sua carreira solo. Sua voz é considerada a melhor, de todas que passaram pelo grupo.
Logo após sua renúncia, veio ao Brasil, onde gravou 2 discos em português, intitulados com seu próprio nome. As músicas "Notícias de Você", "Chuva Fina" e "Hello" do primeiro álbum e "Ser Feliz" e "Coração nas Nuvens" do segundo, foram as de maior sucesso, alcançando os primeiros lugares nas paradas brasileiras.Morou no Rio de Janeiro. Participou de vários programas de TV (Chacrinha, Raul Gil, Xou da Xuxa, Domingão do Faustão, e outros) e fez shows em vários Estados brasileiros.
Um ano depois, precisamente em 18 de julho de 1988, estreou em Hollywood com o filme Salsa, onde conheceu quem seria sua futura esposa, a atriz portoriquenha Angela Alvarado. O filme rendeu-lhe o prêmio de "Worst New Star For 1988", no Razzie Awards. É importante ressaltar que Draco não gostou do resultado final do filme, por ter mostrado uma visão estereotipada do povo latino.
Pouco tempo depois protagonizou outro filme, uma comédia de produção franco-alemã intitulada Gummibarchen Kussit Man Nicht, em português: Homens de Verdade não Mascam Chiclete, também com Angela Alvarado. Draco compôs, produziu e interpretou duas músicas para a trilha sonora: "Angela" e "Little Woman", lançada pela RCA Records.
Em 2007 (“Última data que se têm notícias do cantor”) no início do ano foi lançado um calendário, pela PHVX. No dia 10 de julho lançou sua mais nova produção: Draco Y El Teatro Del Absurdo, pelo seu próprio selo (inicialmente em Porto Rico), com canções que expressam muita poesia, esperança política e uma pitada de excentricidade.
Nos dias 28 e 29 de setembro, os fãs se deleitaram com mais uma mostra de todo o talento de Draco, em shows que lotaram o Choliseo José M. Agrelot, em San Juan - Porto Rico. O cenário relembrou seu estúdio de gravação PHVX, em Los Angeles, com imagens de revolucionários, como o argentino Che Guevara, os portoriquenhos Filiberto Ojeda Ríos e Pedro Albizu Campos, e uma bandeira de Lares (centro de Porto Rico). Apresentou vários sucessos dos álbuns Frio e Vagabundo, sendo que a maioria das canções foram do álbum que dá nome ao show: Y El Teatro Del Absurdo. Uma das maiores surpresas foi a interpretação de sua própria versão do sucesso Livin' La Vida Loca ao megafone.

Xavier Servia
Xavier Sérvia nasceu em 24 julho de 1968, é um ex-membro da boy band Menudo e atualmente é comentador financeiro, colunista e personalidade. Entrou no Menudo em 1980 e mais tarde foi substituído por Ray Reyes em 1983. Depois disso foi tentar carreira solo.
Sérvia se mudou para a Costa Rica, por algum tempo e depois foi chamado para se juntar á alguns dos ex Menudos em 1998 para uma turnê chamada El Reencuentro, mas ele recusou.
Sérvia é o escritor no Yahoo! Finanças em espanhol. Ele também é editor de matérias para a revista “Sempre Mulher”.
Suas colunas são publicadas pelo El Diario La Prensa. Desde Setembro de 2008 ele é um escritor da “Mariela Viteri”, em que a revista escreve "A Fórmula Economica de Xavier", onde ele fala sobre economia.
Em 2003, foi eleito pela NBC, Telemundo e Ford, para sediar a empresa de séries El Camino Al Triunfo, onde atuou como escritor, consultor e apresentador. Ele também apareceu como um comentarista no Telemundo Network.

Johnny Lozada


Johnny Lozada nasceu em 21 de dezembro de 1967, em Caguas, Porto Rico. Ele é um ator, cantor e ex-membro do Menudo.
Lozada tornou-se um membro do grupo em 1980 e lá ficou até início de 1984. Ele foi substituído por Robi Rosa. Nesse meio tempo, ele participou do álbum Quiero Ser, que se tornou o álbum mais vendido da boy band.
Lozada foi o romântico do grupo. Ele participou de duas novelas com os Menudos na Venezuela.
Depois que se aposentou do Menudo, Lozada adotou um menino, e ele se tornou um membro do Proyecto M, juntamente com Rene Farrait e Ray Reyes.
Lozada voltou participando em novelas mexicanas, em 1998, ele e os ex-Menudos Farrait, Miguel Cancel, Ray Reyes, Charlie Masso e Ricky Meléndez se reuniram em Porto Rico para um show chamado El Reencuentro. El Reencuentro foi tão bem sucedido que eles precisaram fazer mais dois shows, mais tarde, eles saíram em turnê por toda a América Latina e Estados Unidos.
Lozada mudou-se para Miami, é casado e tem quatro filhos.
Lozada gosta de ter contato com seu público, e está sempre acessível para autógrafos. Ele está atualmente trabalhando na Cidade do México fazendo teatro na comédia AL AIRE com Maria Rebeca, Raquel Garza (Tere la Secretaria), Sharis Cid, Sergio Catalan, Miguel Garza, e Macária.

Charlie Masso

Carlos Javier Rivera Masso nasceu em 13 de junho de 1969 é um ex-membro do Menudo. Ele se juntou a banda Menudo no auge da fama. Ele substituiu Rene Farrait e rapidamente se tornou um favorito dos fãs com sua participação nos álbuns de Es Por Amor e A Volar Vamos, que foi a trilha sonora do primeiro filme de Charlie, Una Aventura Llamada Menudo.
A presença de Charlie ajudou a manter a era dourada da banda ir para mais de 3 anos, e quando ele deixou o grupo, em 1987, ele foi o último membro dos anos de ouro do grupo a sair. Ele voltou ao Menudo para concluir uma turnê no Brasil.
Depois que Charlie saiu da banda ele se mudou para o México, onde fez algumas novelas. Ele se casou e teve uma família, e em 1998 juntou-se a Melendez, Farrait, Lozada, Reyes e Cancelar com a turnê El Reencuentro dos Menudos.
Em 2001 ele apareceu em 12 Horas, um filme porto-riquenho, escrito e dirigido por Raúl Marchand Sánchez.

Ray Reyes


Ray Reyes nasceu em 13 de março de 1970 em Nova York e foi criado em Levittown, Puerto Rico. Ele se tornou um membro do Menudo no início de 1983. Reyes veio para substituir Xavier Sérvia na banda Menudo. Seu irmão mais novo, Raul Reyes, participou também como parte do coro e era um forte candidato para substituir seu irmão Ray.
Reyes teve popularidade entre os fãs do Menudo, mas ele era conhecido como o gordinho da banda. Esse apelido foi lhe dado porque quando ele se juntou ao Menudo, Edgardo Diaz o colocou em uma dieta rigorosa. Essa informação vazou para todas as revistas de fofoca, que publicou a informação imediatamente.
No primeiro álbum com o Menudo Ray cantou "Si Tu No Estas," "Chicle De Amor" e "Zumbador."
Ray saiu do grupo dois anos depois devido à sua voz e súbita mudança de altura.  Anos mais tarde ele se juntou aos ex-Menudos Rene Farrait e Johnny Lozada no grupo Proyecto M, mais uma vez substituindo Sérvia. Proyecto M passou a desfrutar um grande sucesso em Porto Rico e Venezuela.
Ray é casado e tem uma família. Ele se juntou a alguns de seus ex-companheiros de banda Menudo, como Farrait e Lozada, em 1998, para um concerto denominado El Reencuentro em San Juan.

Ricky Martin

Enrique Martín Morales, mais conhecido como Ricky Martin, nasceu em San Juan no dia 24 de dezembro de 1971, é um cantor de pop porto-riquenho e um ex-menudo.
Com alguns meses de vida, Ricky ganhou um concurso de bebê mais lindo. Iniciou a carreira artística aos 6 anos de idade, quando começou a trabalhar como modelo infantil, além de atuar em peças de teatro, comerciais de TV e cantar em coro de igreja. O sucesso chegou em 1984, quando conseguiu entrar para o grupo Menudo, depois de duas tentativas fracassadas.
Em 1989, Ricky decidiu estudar em Nova York e abandonou o Menudo. Depois foi para o México, onde trabalhou como ator e cantor na novela “Alcanzar una estrella”, no musical “Mamá Ama El Rock” e no filme “Alcanzar Una Estrella II”. Aos 19 anos, em 1991, lançou seu primeiro CD solo “Ricky Martin (álbum de 1991)” e mudou-se para os Estados Unidos. Com várias baladas românticas e músicas que não agradaram o público, o disco não fez sucesso.
Em 1993, Ricky lançou o segundo álbum "Me Amaras" e conseguiu destaque no México, onde iniciou sua carreira solo. O sucesso nos países latinos chegou em 1996, com a música “Maria”, de seu terceiro disco "A Medio Vivir". A música foi tema da novela "Salsa e Merengue", da Rede Globo, e o disco vendeu mais de 600 mil cópias no Brasil. O sucesso fez com que, em 1997, o cantor gravasse a canção tema do filme Hércules, da Disney. No ano seguinte, foi convidado para ser o intérprete do tema Oficial da Copa do Mundo da França, "La Copa de La Vida".
Em 1999 lançou seu álbum de maior sucesso, com o hit "Livin' la Vida Loca". Que foi um sucesso mundial, e sua turnê incluiu Ásia, Europa, EUA e América Latina.
Em 2000, Martin lança o Sound Loaded, que inclue uma faixa em parceria com a cantora Christina Aguilera, nomeada como 2º single do albúm, a qual alcançou boa receptividade; uma indicação ao Grammy de 2002 e o #1 na parada musical mundial, a United World Chart.
Em 2006 lançou seu mais recente álbum, "MTV Unplugged".
Em 2007, realizou um concerto em Lisboa, no Pavilhão Atlântico, para cerca de 13000 pessoas, no âmbito da sua turnê "Blanco y negro". Falou, por diversas vezes, ao público fluentemente em Português, manifestando a sua satisfação por se encontrar naquela cidade e deixando várias mensagens apelando à paz no mundo e à união dos povos.
Ricky Martin foi flagrado fumando pelas ruas de Nova York, depois de flagrado deu uma entrevista e foi questionado sobre o assunto e disse que por amor aos filhos iria parar de fumar
No passado Rick Martin afirmou que estava apaixonado pela apresentadora de televisão mexicana Rebecca de Alba, com quem teve um relacionamento entre idas e vindas por mais de 14 anos. Eles ainda falaram de começar uma família juntos.No entanto, com o lançamento de Life, Rick Martín confirmou em 2005 que ele e Rebecca Alba havia se separado.
Em 29 de Março de 2010, declarou em seu site oficial que é homossexual.


 


















Menudo é um grupo musical, classificado por muitos como uma boyband latina de Porto Rico, criado em 1977 pelo produtor Edgardo Díaz.
Na década de 1980 passaram pelo grupo Xavier Serbia, Miguel Cancel, Rene Farrait, Carlos Melendez, Ricky Melendez, Johnny Lozada, Charlie Massó, Ray Reyes, Roy Rosello, Robby Draco Rosa, Ricky Martin e Sergio González, alcançando projeção nacional. O primeiro país da América Latina em que ficaram famosos foi em Venezuela, posteriormente ficaram famosos também em outros países latino-americanos México, Argentina, Colômbia, Chile, Uruguai e Brasil.
O Menudo foi um fenômeno na America Latina. No Brasil, por exemplo, arrastou milhões de adolescentes de todas as classes sociais, que formavam milhares de fãs-clubes, numa extensão comparada apenas à beatlemania no mundo. O Menudo na década de 1980 era o grupo musical de maior visibilidade na mídia brasileira, os garotos porto-riquenhos apareciam a maior parte do tempo em programas televisivos, de rádios, revistas, jornais, enfim toda a imprensa específica para celebridades estava voltada para o fenômeno artístico Menudo. Nesta época, os membros de Porto Rico chegavam a fechar os mais caros hotéis no país apenas para seu staff, os shows só podiam ser realizados nos maiores estádios de futebol das principais cidades brasileiras, devido ao imenso tamanho do público; e produtos como camisetas, bottons, álbuns, pôsteres, etc. vendiam tanto, que o grupo se sustentaria apenas com a venda destes, sem mencionar os shows e discos.
Na época que o Menudo atingiu seu apogeu na América Latina, seus componentes eram - os então adolescentes - Robby Rosa, Charlie Massó, Roy Rosselo, Ray Reyes e Ricky Melendez, porem, meses depois foi sucedido por Ricky Martin (ainda famoso, sendo na época de pré-adolescente). Cada um deles tinha sua própria legião de fãs, para as quais eles cantavam músicas em espanhol, inglês ou português, como a romântica "If You're Not Here" (que depois, foi traduzido para "Se Tu Não Estás") ou então as bem dançantes, como a inesquecível "Não se Reprima" com sua coreografia característica.
O sucesso do grupo foi diminuindo por conta da substituição de alguns componentes. Quando algum componente do grupo se tornava adulto era substituído por um outro adolescente. O problema é que devido a saída de alguns componentes, muitas meninas deixavam de ser fãs do grupo, principalmente porque dentre os componentes tinham os favoritos, como Robby, Charlie, entre outros, então sua saída provocava uma intensa comoção entre as adolescentes, muitas se afastavam das atividades do grupo. Por isso, cogitou-se, no final da década de 1990, que o Menudo tinha acabado, mas na verdade, tinha mudado tanto que pareceu que o grupo acabara.
No áuge de um outro boyband em 1990, o grupo retornava ao Brasil. Apenas Sergio González que até então integra o Menudo desde a última metade dos anos 80, veio com até então novos integrantes: Rubén Gómez, Robert Avellanet (RobA), Rawy Torres e o mexicano Adrián Olivares, promovendo o album Os Últimos Heróis. Até que em 1991, momentos ruins no Menudo aconteceu. Sergio e Rubén foram detidos por posse de drogas em Miami (EUA) e foram demitidos e substituídos por dois membros: o espanhol Edward Aguilera e o venezuelano Jonathan Montenegro. Porém, não iriam sobreviver por bastante tempo, meses depois, RobA, Rawy, Edward e Jonathan romperam o grupo Menudo, alegando qualquer quebra de contrato, abuso cruel e emocional. Apenas Adrián que permanecia na banda até 1993, esteve junto com os membros: Abel Talamantez, Andres Blazques, Alexis Grullon e Ashley Ruiz. Ricki Lopez (Rick III) entrou no grupo, e vieram ao Brasil pela última vez em 1994 promovendo o album Vem Pra Mim. Esse último lançado em português, teve uma participação da atriz Mylla Christie pela música "Eu só queria".
Mas o grupo não acabou, num Reality show chamado "Making Menudo" feito em 2007, mas exibido na televisão só em 2008, produzido pela MTV, tinha com função escolher 5 (cinco) novos rapazes para continuar a banda "Menudo". Esses rapazes foram: Carlos, Chris, José, Monti, Emmanuel.
Carlos Olivero veio de Chicago; Chris Moy, de Nova Iorque e José Monti Montañez, José Bordonada Collazo e Emmanuel Vélez Pagán vieram de Porto Rico.

domingo, 13 de maio de 2012

Santa Cruz é bicampeão na Ilha do Retiro

Em jogo emocionante, Santa Cruz é bicampeão na Ilha do Retiro

Com gols de Branquinho, Dênis Marques e Luciano Henrique, equipe coral bateu o Leão e levantou a taça na casa do adversário

Celso Ishigami - Diario de Pernambuco
Daniel Leal - Diario de Pernambuco
| Tags: celular 

Publicação:

13/05/2012 16:33

Atualização:

13/05/2012 18:37
Ricardo Fernandes/DP/D.A Press
Não faltaram elementos para enaltecer a maiúscula vitória do Santa Cruz na final da edição 2012 do Pernambucano. No dia do aniversário Sport e jogando na casa do adversário, os tricolores tinham a difícil missão de reverter a vantagem leonina. E assim o fizeram. Vinte e cinco anos depois, os tricolores alcançaram o bicampeonato. Novamente sobre o maior rival.

O clássico começou bem antes de a bola rolar. Depois de realizar treinos secretos, o técnico Zé Teodoro continuou fazendo do mistério uma arma secreta. Os tricolores divulgaram uma escalação idêntica a do primeiro jogo, mas pouco depois, descobriu-se que o lateral Diogo sequer figuraria no banco de reservas. Precisando da vitória, o comandante coral resolveu armar sua equipe num 4-3-3, com Branquinho completando o setor ofensivo e Memo atuando na direita.

Logo no primeiro minuto de jogo, o Sport desperdiçou uma chance claríssima. Depois de bola recuperada no meio de campo, Diogo Oliveira deu um belo lançamento para Jheimy, que ganhou da marcação e entrou cara a cara com Tiago Cardoso, mas finalizou por cima da meta. A resposta foi imediata. No lance seguinte, Branquinho achou Chicão livre na entrada da grande área. O volante ajeitou e bateu forte de perna esquerda, obrigando Magrão a espalmar para escanteio.

O jogo continuou aberto. Apesar da vantagem, o Sport não se limitava a marcar, buscando o campo ofensivo principalmente pelas laterais. E desta maneira, cedia alguns espaços para que os tricolores se lançassem em jogadas develocidade. E antes dos dez minutos, os adversários tiveram outras boas oportunidades de abrir o placar. Pelo lado coral, Branquinho demorou para finalizar e acabou desarmado. Pelos rubro-negros, Edcarlos e Jheimy falharam na tentativa de aproveitar a falha de Tiago Cardoso em falta cobrada por Marcelinho.

Estava claro que o placar não permaneceria inalterado por muito tempo. Aos 12, Caça-Rato lançou Branquinho, que invadiu a grande área pela direita e tocou na saída de Magrão. Mas os tricolores sequer tiveram tempo de comemorar a reversão da vantagem. Após a cobrança do meio de campo, Moacir foi lançado, entrou na área coral e bateu rasteiro de esquerda, contando ainda com nova falha de Tiago Cardoso.

O gol parece ter abalado a confiança coral. Por sua vez, os rubro-negros passaram a atacar com mais agressividade. Aos 21, o ataque leonino trabalhou bem com passes curtos. Livre, Rivaldo teve tempo de dominar e arriscou de fora da área. Traído pelo desvio da bola, Tiago Cardoso precisou se esticar para mandar a bola pela linha de fundo. Os tricolores conseguiram equilibrar as ações novamente por volta dos 30 minutos, passando a valorizar um pouco mais a posse de bola. E aos 39, Caça-Rato mostrou o motivo pelo qual é tão temido pelas defesas rivais. O centroavante recebeu a bola na cabeça da grande área, girou sobre o marcador e de lá mesmo, mandou rasteiro, com muita categoria, no canto esquerdo de Magrão. No intervalo, a vantagem era tricolor.

Na tentativa de reverter o cenário, Mazola promoveu uma alteração em seu setor ofensivo, substituindo Jheimy por Marquinhos Gabriel, que passou a atuar como ala esquerdo, trazendo Rivaldo de volta para o meio de campo. E logo aos cinco minutos, ficou muito claro que o título ainda não tinha um dono. Em jogada que começou na esquerda, a bola foi parar no pé de Moacir, que soltou uma bomba de fora da área, acertando o travessão coral. Em seguida, foi a vez de Marquinhso Gabriel ser lançado em condições de finalizar. Com um toque sutil, ele tirou tinta do travessão adversário. Aos 15 minutos, Zé Teodoro já mudara radicalmente a proposta de seu time. Com Luciano Henrique na vaga de Natan, Sandro Manoel no lugar de Branquinho, e Leandro Souza no posto de Anderson Pedra, a ordem era valorizar a posse de bola e fortalecer a marcação.

Enquanto os tricolores esfriavam o jogo cada vez que a bola estava parada, Mazola partiu para o tudo ou nada. Prova disso foi a entrada do atacante Ruan no lugar do zagueiro Montoya. A esta altura, enxergar qualquer traço de esquema tático era praticamente impossível. Entre os rubro-negros, os defensores participavam das jogadas de ataque e entre os tricolores, seus atacantes viraram zagueiros. Aos 30 coube a um ex-rubro-negro, acertar um golpe duríssimo no Leão. Aproveitando uma furada de Diogo Oliveira, Luciano Henrique entrou cara a cara com Magrão, driblou o goleiro adversário e tocou para o fundo do gol.

Quando boa parte da torcida leonina já não acreditava mais no título, dois zagueiro reacenderam a chama da esperança. Vendo a muralha armada na intermediária coral, Ailson arriscou de muito longe. No rebote de Tiago Cardoso, Edcarlos diminuiu e pôs fogo no jogo. Até aos 50 minutos, o Santa Cruz soube se defender de maneira heroica e só, então, a torcida coral ousou soltar o grito de bicampeão.

Ficha do jogo

Sport 2

Magrão; Bruno Aguiar (Montoya) (Ruan), Ailson e Edcarlos; Moacir, Hamilton, Diogo Oliveira e Rivaldo; Marcelinho Paraíba; Jheimy (Marquinhos Gabriel) e Jael.
Técnico: Mazola Júnior.

Santa Cruz 3Tiago Cardoso; Memo, Vágner, William e Renatinho; Anderson Pedra (Leandro Souza), Chicão e Natan (Luciano Henrique); Branquinho (Sandro Manoel), Flávio Caça-Rato e Dênis Marques.
Técnico: Zé Teodoro.

Local: Ilha do Retiro, no Recife. Árbitro: Sandro Meira Ricci. Assistentes: Pedro Wanderley e Clóvis Amaral. Gols: Moacir e Edcarlos (S); Branquinho, Dênis Marques e Luciano Henrique (SC). Cartões amarelos: Marcelinho Paraíba, Montoya, Tiaguinho (S); Memo, Chicão, Natan, Leandro Souza (SC). Público: 31.998. Renda: R$ 556.635,00.

Homenagem para minha mãe:D.Zezé

Poesia Dia das Mães

Algumas mães são carinhosas e outras são repreensivas, mas isto é amor do mesmo modo, e a maioria das mães beija e repreende ao mesmo tempo.
Pearl S. Buck

QUERIDA MAMÃE

Tu que nos guardaste em teu ventre aquecido e do mundo fomos protegidos...
Tu que nos trouxeste para a vida, o que mais poderiamos querer?
Nos deste um cantinho dentro de ti e já crescidinhos nascemos para te conhecer...
Em teus braços fomos acalentados com teu amor e dedicação.
Nosso coração por ti, todos os dias acariciado...
Te conhecer por fora é só uma forma de nos fortalecer para o mundo, mas o que há de mais profundo vem do teu íntimo Ser...
Oh!maravalhosa Criatura...Nascida do Amor Divino
que nos ampara a todos os momentos de nosso Viver!
O que mais poderiamos querer?
Rogar com todas as forças que Deus abençoe a todas as mães e se nem sempre ao nosso lado podemos te ter até tua lembrança nos faz reviver...que maravilha ...
você nunca estará sozinha Querida Mamãe!
José Guilherme S. Filho

DIA DA MÃES - HOMENAGEM ESPECIAL

Ela tem a capacidade de ouvir o silêncio.
Adivinhar sentimentos.
Encontrar a palavra certa nos momentos incertos.
Nos fortalecer quando tudo ao nosso redor parece ruir.
Sabedoria emprestada dos deuses para nos proteger e amparar.

Sua existência é em si um ato de amor.
Gerar, cuidar, nutrir.
Amar, amar, amar...
Amar com um amor incondicional que nada espera em troca.
Afeto desmedido e incontido, Mãe é um ser infinito.

(Trecho do livro Minha mãe, meu mundo)
Anderson Cavalcante

DIA DA MÃES - HOMENAGEM ESPECIAL

Ela tem a capacidade de ouvir o silêncio.
Adivinhar sentimentos.
Encontrar a palavra certa nos momentos incertos.
Nos fortalecer quando tudo ao nosso redor parece ruir.
Sabedoria emprestada dos deuses para nos proteger e amparar.

Sua existência é em si um ato de amor.
Gerar, cuidar, nutrir.
Amar, amar, amar...
Amar com um amor incondicional que nada espera em troca.
Afeto desmedido e incontido, Mãe é um ser infinito.

(Trecho do livro Minha mãe, meu mundo)
Anderson Cavalcante


O amor de mãe por seu filho é diferente de qualquer outra coisa no mundo. Ele não obedece lei ou piedade, ele ousa todas as coisas e extermina sem remorso tudo o que ficar em seu caminho.
Agatha Christie

 


terça-feira, 1 de maio de 2012

História do Dia do Trabalho

Sempre sonhei em trabalhar e ganhar meu dinheiro...
Comecei a trabalhar aos 14 anos como babá de duas meninas ,uma de oito anos e outra de dois anos.
Nice e Neide eram de belezas diferentes ,crianças cheias de saúde e alegria,bastante tranquilas...
Eu gostava muito de cuidar das meninas,catava piolhos,penteava os cabelos, dava banho...
Com a conclusão do magistério , comecei a trabalhar no ano de 1990 na ESCOLA AMOR DIVINO e daí por diante nunca mais parei...

DEUS É FIEL E AJUDA QUEM TRABALHA!!
HOMENAGEM A TODOS OS TRABALHADORES QUE ACORDAM CEDO E SAEM PARA A BATALHA TODOS OS DIAS PARA TEREM UMA VIDA DIGNA E MELHOR.PARABÉNS!!
E AOS PREGUIÇOSOS:
Provérbios 6:6

História do Dia do Trabalho
O Dia do Trabalho é comemorado em 1º de maio. No Brasil e em vários países do mundo é um feriado nacional, dedicado a festas, manifestações, passeatas, exposições e eventos reivindicatórios.
Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos da América.
Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.
Três anos mais tarde, a 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.
Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países.
Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores estadunidenses conseguiu que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.

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    "Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, olha para os seus caminhos, sê sábio". Vê como trabalha, como é diligente e previdente, ajuntando que comer.prov-6.6
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    Os Operários de Tarsila do Amaral

    Tarsila do Amaral pintou "Operários" em 1933, após uma viagem à URSS. O quadro retrata diversos rostos de operários com uma fábrica ao fundo. É interessante notar que a artista pintou vários rostos de personalidades intelectuais e artísticas, como Mário de Andrade, Anita Malfadi, Plínio Salgado e Oswald de Andrade, talvez demonstrando que todos são "operários" em uma causa. Tarsila foi a primeira artista plástica da época a explorar temas sociais.

     













     







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