sábado, 12 de novembro de 2011

ORGULHO DO NORDESTE:FRANCISCO JOSÉ

Francisco José de Brito (Crato, 1 de maio de 1944) é um jornalista brasileiro.
Logo cedo se mudou para Pernambuco, onde iniciou sua carreira no Jornal do Commercio. Formou-se em direito pela Universidade Católica de Pernambuco – UNICAP. Especializou-se em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas e pela University of Michigan.
Jornalista premiado, há 27 anos Francisco José atua como repórter especial da Rede Globo, tendo participado da cobertura de seis Copas do Mundo de Futebol e de duas Olimpíadas. Atuou como enviado especial da mesma rede na Guerra das Malvinas conflito que envolveu a Argentina e a Inglaterra, além de ter tido participação direta em várias matérias especiais realizadas na Europa, em diversos países das Américas, na África, Austrália, Indonésia, Micronésia, Japão, Coréia, Tailândia e Pólos Norte e Sul. Destacou-se também no Projeto Pernambucanidade, que envolve quatro comunidades educacionais da capital e do interior desse estado, por ter sido considerado um pernambucano de coração.
É casado com a também jornalista Beatriz Castro, com quem tem uma filha. Tem mais três filhos de seu primeiro casamento, dois dos quais jornalistas, e uma advogada.

Orquestra Popular da Bomba do Hemetério

Dizem que os músicos são os soldados da paz. A Orquestra Popular dá Bomba do Hemetério – OPBH - criado pelo compositor, arranjador e instrumentista Maestre Forró, está formada por 21 profissionais, todos residentes na comunidade da Bomba do Hemetério e adjacências, da cidade de Recife no nordeste do Brasil. O Bairro Bomba do Hemetério é uma região operária com muitas variantes de problemas de exclusão social e que ainda assim mantém viva sua tradição cultural. A Orquestra foi formada em 2002, a partir de uma necessidade do Maestro Forró de articular os músicos de sua própria comunidade, acordando neles um interesse mais acadêmico e, no futuro, mercadológico em relação às suas atividades culturais: “Eu sentia a necessidade de trabalhar os arranjos que eu criava. Precisava, então, de músicos para tocá-los e os incentivei, ao mesmo tempo a compor e a fazer arranjos também”. A proposta da equipe é pesquisar, fazer experimentos musicais, ensaiando assim, através da música, os diálogos de diversas culturas de maneira dialógica e não excludente antecipando o encontro de pessoas de distintas culturas.Provando, desta maneira,que o dialogo não é só possível, mas também imprescindível, como estratégia no mundo contemporâneo para o aprimoramento humano. Com este trabalho a OPBH vem realizando investigações, manutenção, releituras e interações da música do Nordeste de Brasil com os mais variados ritmos, trabalhando o lado positivo da globalização.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

BANDA ARTE FINAL - SONHO DE ÉPOCA (AO VIVO)

Essa é uma música de uma banda de rock que fundei com meu amigo Elias Souza, no longínquo ano de 1988. Não era grande coisa, mas nos divertíamos pra caramba. Essa música foi gravada em 1988 durante o show "Palavra de Protesto" realizado no extinto "Espaço Cultural Arteviva",que ficava localizado em Boa Viagem, aqui no Recife. Guardei essa relíquia com todo carinho. Bons tempos!

 
FONTE:JORNÁLIA DO ED.

A CULTURA POP DOS ANOS OITENTA

A CULTURA POP DOS ANOS OITENTA -ED CAVALCANTE -Marcadores: ,

Os intelectuais odeiam, sei, adoram tratar os anos oitenta como trash (no sentido mais pejorativo que esse termo carrega) e sem sentido. Vá lá que em parte eles estão certos, tinha muita coisa tosca nos anos oitenta, mas quem é que liga pra isso? Eu vivi essa época e adoro relembrar. Num recuo bem jurássico, lembro-me de 1982 quando a performática banda carioca “Blitz” - Nascida do não menos performáticoo grupo de teatro Asdrúbal Trouxe o Trombone – teatralisou o rock e iniciou uma revolução. “Yes, nós temos rock and roll”, começaram a dizer os críticos, os programadores de rádio, o Globo de Ouro, o Super Special e toda a mídia da época. A banda virou febre e o rock brasuca iniciou sua mais sólida fase.
Algumas bandas desse movimento firmaram-se no cenário nacional e construiram uma carreira de sucesso: Kid Abelha, Titãs, Paralamas, Barão Vermelho Capital Inicial, Plebe Rude, Titãs, Legião Urbana, Nenhum de Nós, Skank, só pra citar as mais conhecidas. O cast musical dessa turma é variado e perene, alcançou os dias de hoje e quase todos os discos dessas bandas, três décadas depois, ainda estão em catálogo.
Não fui tomado por uma onda de saudosismo, não é isso. A lembrança dos anos oitenta me veio como uma espécie de revolta depois que, acidentalmente, vi um trecho do VMB que consagrou a fraquíssima banda que atende pelo nome de “Restart”. Absolutamente nada que esses rapazes fazem pode ser classificado como rock, nem mesmo pop. Pensei: “é isso que a garotada de hoje anda ouvindo?”. Que tragédia! E ainda chamam os anos oitenta de trash! Em forma de protesto, deixo abaixo um vídeo com alguns clássicos dos anos 80:
 
FONTE:  .JORNÁLIA DO ED

25 ANOS DE FREVO (CLAUDIONOR GERMANO)

RADIOLA VOL. O4: CAPIBA – 25 ANOS DE FREVO (CLAUDIONOR GERMANO)

Escrevi num post passado sobre o novo frevo pernambucano capitaneado pelo maestro Spok. Hoje lembrei-me do grande disco do mestre Claudionor Germano gravado em homenagem ao outro grande mestre, Capiba. Na verdade, essa dobradinha é a marca registrada de uma das melhores coisas que o carnaval de Pernambuco pôde produzir. Ouvir Claudionor Germano cantando Capiba é como mergulhar no universo mágico da história do carnaval da terra do frevo.
Não vou perder tempo aqui reproduzindo a biografia do Capiba, esse detalhe pode ser facilmente encontrado na rede. Quero apenas lembrar que o começo de sua carreira artística foi cercada de um lirismo incomum. Ele era pianista de cinema, tocava enquanto os filmes mudos eram exibidos. Certamente, essa inusitada experiência contribuiu muito para a formação de grande artista.
O maior intérprete de Capiba (e do frevo pernambucano, de maneira geral) é Claudionor Germano. Na ativa até hoje, Claudionor mantém viva a chama do frevo de raiz. No disco “Capiba – 25 Anos de Frevo”, sua parceria com Capiba teve o seu melhor momento. São apenas cinco faixas, mas cada uma delas é uma espécie de pot-pourri com vários temas de frevos que marcaram época. Esse estilo de gravação era comum nos antigos discos de frevo gravados no selo Mocambo da lendária Fábrica de Discos Rozemblit.
Claudionor Germano e Capiba viraram uma marca registrada do frevo cantado em Pernambuco e em todo o Brasil. Reverencio essa dupla de mestres!
Capiba - 25 Anos de Frevo - 1959
1
É de amargar
• Tenho uma coisa para lhe dizer - • Manda embora essa tristeza - • Quem vai pra Farol é o bonde de Olinda
2
Júlia
• Casinha pequenina - • Gosto de te ver cantando - • Linda flor da madrugada
3
Quem me dera
• Teus olhos - • Não sei o que fazer - • Quem bom vai ser
4
Quando é noite de lua
• E... nada mais - • Morena cor de canela - • Os melhores dias de minha vida
5
Quando se vai um amor
• Você faz que não sabe - • Deixa o homem se virar - • A pisada é essa - • Vamos pra casa de Noca - • Ai! Se eu tivesse - • Que é que vou dizer em casa - • Nos cabelos de Rosinha - • Modelos de verão

FONTE:JORNÁLIA DO ED.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

HOMENAGEM : LULA


Desde criança ,aprendi a respeitar e a amar um metalúrgico sonhador...
Meu pai, sr.WILSON que exerceu a mesma função por anos , sempre comprava camisas , estrelinhas do PT e sempre falava que um dia aquele cidadão do povo que me referi no início , seria o PRIMEIRO PRESIDENTE DA REPÚBLICA METALÚRGICO ...
Meu pai acertou na mosca e a estrelinha que ele me deu se converteu em um símbolo que ficou gravado em meu coração e que representa um único nome: LUÍZ INÁCIO LULA DA SILVA.

PROFESSOR: profissão PERIGO!!

Quando o professor atua na escola pública muitas vezes não possui ou é limitada a autonomia plena para aprovar ou reprovar um aluno, isso por que o próprio sistema determina o percentual de aprovação e reprovação que deve acontecer com intuito de cumprir acordos firmados com organismos internacionais de ordem econômica como FMI (Fundo Monetário Internacional), Bird (Banco Internacional Para Reconstrução e Desenvolvimento) e Unesco, esses liberam créditos somente se os dados apresentados se enquadram nas exigências dos mesmos.


Nas escolas particulares, em sua maioria, os problemas não diferem tanto, os donos designam a aprovação a qualquer preço, pois os pais não querem seus filhos reprovados, ainda mais que durante o ano foram gastos altos investimentos em mensalidades. Além desses agravantes, os pais ameaçam constantemente retirar os filhos da escola caso sejam reprovados. É bom enfatizar que existem pais que não agem dessa forma. Diante dos dois casos parece que a educação se transformou em comércio, os governos não querem perder empréstimos e investimentos e donos de escolas privadas não aceitam perder receita. É bom ressaltar que os casos citados acima não são regras, uma vez que existem instituições públicas e privadas que não se enquadram no contexto.


No meio disso tudo está o PROFESSOR que permanece sem ação e sujeito a crianças e adolescentes marginalizados, isso por que esses podem se referir ao educador com palavras de baixo calão, ameaças e xingamento, pois são garantidos pelo Estatuto da Criança, nas escolas particulares ocorrem praticamente as mesmas coisas, humilhação do profissional por parte de pais, patrões e alunos.
Se um professor é agredido ou ameaçado e recorre ao dono da escola o que ele ouve é “melhor ficar calado, pois eles pagam seu salário” fato que acontece com grande naturalidade e por diversas vezes.


Quando o professor toma uma atitude mais severa, como retirar o aluno da sala devido um ato de desrespeito, o culpado não é o aluno e sim o professor por ter constrangido o mesmo. Dessa forma, a legislação protege somente uma parte, ou seja, somente o aluno sofre constrangimento, e o professor, não sofre? (lembrando que existem diretores, alunos e pais que respeitam o profissional).


Em muitos casos, os alunos que cometem esses atos são filhos de pais ausentes que não impõe limites e que tentam constantemente compensar sua falta com presentes como celulares, mp3, câmeras digitais entre outros, que se tornam outros tormentos na vida do professor em sala de aula.

Esses são alguns dos problemas enfrentados diariamente pelos professores da maioria das escolas brasileiras, e que mostra claro o descaso com a educação que é a única maneira de mudar o panorama do futuro em vários sentidos, como ambiental, social, emprego, tecnologia avançada entre muitos outros que somente com uma educação de qualidade se pode alcançar.
Apesar de gostar  de minha profissão,estou reunindo forças para fazer mais dois cursos: técnico e graduação(DIREITO).

Sofri  muito em escolas particulares, muitas brigas ,inimizades, fofocas,pessoas que têm um discurso paradoxical  e falso , que humilham as pessoas que acham que são "menores" do eles ou que são realmente mais competentes ,mas estas pessoas não têm coragem de admitir , pois ,assim fazendo , perderiam o "trono"(que merda!!).E SEM FALAR NAS MÃES QUE QUEREM DITAR A FORMA DE ENSINO SEM NUNCA TEREM ESTUDADO , SÓ PQ PAGAM UMA MERRECA POR MÊS!!
A  NOSSA PROFISSÃO NÃO CRESCE PQ É UMA CLASSE POBRE DE ESPÍRITO E  DESUNIDA !!E NÃO ADIANTA VIR COM UM FALSO DISCURSO PRÁ CIMA DE MIM!!JÃ TENHO 21 ANOS DE CHÃO E A CADA DIA TENHO MAIS DESEJO DE FAZER OUTRO CURSO!!2012!! DEUS ME AJUDE!!
BJ!!
 Obrigada !!