domingo, 11 de março de 2012

MINHA INFÂNCIA :BRINQUEDOS DOS ANOS 80

ALGUNS BRINQUEDOS DA ÉPOCA:


A
(Foto: Divulgação / Lupa Expo)
Coisa de outro mundo
Com formato de OVNI, o Genius era um jogo de memória: era preciso repetir uma sequência formada pelas luzes e sons emitidos previamente pelo brinquedo. Se você der a versão atualizada desse clássico para uma criança de hoje, ela talvez não ache muita graça — afinal, vivemos a era dos vídeo games ultramodernos. Já para a molecada dos anos oitenta… Ah, parecia coisa de outro mundo aquele disco colorido e barulhento.

(Foto: Divulgação / Lupa Expo)
Relação de amor e ódio
Às vezes dava vontade de arremessar longe o Cubo Mágico (e muita gente fez isso, aliás). Criado em 1974 pelo húngaro Ernõ Rubik, o quebra-cabeça colorido despontou aqui no Brasil na década seguinte, para alegria (e irritação) da criançada. O misto de sentimentos tão contraditórios deve-se ao desafio do brinquedo: organizar as laterais do poliedro de seis lados de modo que cada face reunisse apenas quadradinhos da mesma cor. O problema é que, quando se conseguia arrumar uma delas, alguma outra — grrrrrr! — ficava bagunçada. Era tão complicado que dezenas de livros com instruções chegaram às prateleiras na época.


(Foto: Divulgação / PlayToy)
Resistente dos sete mares
A rigor, o Pula-Pirata chegou ao mercado antes dos anos oitenta — foi lançado pela Estrela em 1978. Mas, nos Natais de boa parte da década seguinte foi um dos presentes que mais faziam sucesso. Em parte porque o embrulho ficava gigante devido ao volume do barril. Encontrado até hoje nas lojas, o jogo de espetar a espada e torcer para o boneco não pular ganhou versões tecnológicas e virtuais. É possível, inclusive, comprar o Pula-Pirata USB 2.0 — que funciona como um USB hub — e o Pop-up Pirate para Wii.

(Foto: Reprodução)
Enjoo que terminava em $$$
Se a gente para pra pensar, chega à conclusão que o Boca Rica pertence à categoria dos brinquedos “sem lógica, mas legais”. Afinal de contas, consistia em enfiar moedas coloridas num cofre vermelho. Em dado momento, um mecanismo acionado aleatoriamente fazia a portinha se abrir, e o mais sortudo embolsava a “fortuna”. Destaque gracinha para um detalhe de que muita gente não se lembra: a cada fichinha que descia, os olhos do cofre giravam como se ele estivesse enjoado. Quer dizer: é praticamente como se o bichinho vomitasse, né?

(Foto: Divulgação / PlayToy)
Febre militar
A primeira leva, com seis personagens, chegou às lojas do Brasil em 1984. Mas os Comandos em Ação viraram febre mesmo dois anos depois, quando a Rede Globo começou a exibir um desenho animado com os soldados, policiais, bombeiros e paramédicos do G.I. Joe (nome do original americano). Teve até um menino que foi ao “Porta da Esperança”, de Silvio Santos, pedir a coleção completa. E ganhou, para inveja de muita gente que assistiu ao programa.

(Foto: Divulgação / PlayToy)
Um trem para chamar de seu
Muito marmanjo ainda guarda seu kit com uma ferrovia, uma locomotiva e vários vagões. A paixão pelo Ferrorama — um dos mais caros da época — é tamanha que, em 2010 a Estrela prometeu que lançaria uma nova versão com uma condição: os fãs teriam que fazer a locomotiva percorrer os 20 quilômetros finais do Caminho de Santiago de Compostela, na Espanha, usando 110 metros de trilhos — enquanto o trenzinho corria, era preciso retirar trechos do início do trajeto e encaixar no final para evitar que a máquina descarrilhasse. O desafio foi cumprido.

(Foto: Reprodução)

Esportes (quase) sedentários
Futebol, basquete e outros esportes eram praticados sem a gente precisar sequer levantar da cadeira. Isso era necessário apenas para caminhar até a torneira mais próxima e encher de água o Aquaplay. Era quase como um fliperama de mão, uma versão meio artesanal — e muito divertida — dos vídeo games.

(Foto: Divulgação)
A temível boneca loira
No Brasil da década de 80, a gente mal tinha ouvido falar na expressão “lenda urbana” — pelo menos com esse nome elaborado —, mas viveu várias delas. Uma das mais famosas tinha como protagonista a boneca da Xuxa. Todo mundo tinha uma prima da vizinha de uma amiga da madrinha (ou relação distante similar) cuja filha havia sido atacada pela versão brinquedo da Rainha dos Baixinhos. Variações do “causo” envolviam outro boneco da época, o Fofão. Havia quem jurasse ser possível encontrar uma faca dentro deste último, aliás. As duas histórias e suas centenas de versões ganharam fôlego depois do sucesso de Chucky, personagem central do filme de terror “Brinquedo Assassino”, de 1988.

(Foto: Divulgação / PlayToy)
Para bancar a maquiadora
Quando a Barbie aterrissou no Brasil, em 1982, pôs fim ao reinado absoluto de outra boneca, a Susi, sucesso desde os anos 70. Depois disso, a loira norte-americana conquistou as garotas com outros brinquedos que levavam sua cara, literalmente. Era o caso da Barbie Hair, que foi lançada com o slogan “cada penteado é uma nova brincadeira”.

(Foto: Reprodução)
Jingle sobre rodas
De roupinha esporte, ela era uma graça e ensinava a gente a patinar. Muito precavida, usava cotoveleira, capacete e joelheira. Tratava-se da Lu Patinadora — o nome já diz qual era seu principal atributo, certo? — a boneca que virou objeto de desejo de muitas meninas (e, vá lá, alguns meninos também). A bem da verdade, era um tanto sem graça. Nem de perto pode ser comparada em popularidade a uma Barbie, por exemplo, mas ficou eternizada na cabeça de quem foi criança na época sobretudo por causa do jingle matador que tocava em seu comercial: “Lá, lé, li, ló, Lu Patinadora…”. Pronto, agora essa musiquinha vai ficar grudada na sua cabeça.

MEUS BRINQUEDOS:
Na minha infância ,possui alguns brinquedos da moda.Meu pai sempre trabalhou em empresas de grande porte e nós ganhávamos brinquedos da ESTRELA.VEJA ALGUNS:


AQUAPLAY SAPINHO: MEU PREFERIDO.
 ALQUIMIA:

LUDODISNEY:

BONECA QUERIDINHA:












 BONECA DE PANO SIMPLES:


EU TAMBÉM FAZIA PANELINHAS DE BARRO,MÓVEIS DE CAIXA DE FÓSFOROS...
 GRAÇAS A DEUS , EU TIVE INFÂNCIA!!
LUPA : LUPA EXPOR

sábado, 10 de março de 2012

Recife -475 ANOS

História do Recife



Vista da Cidade Maurícia (Recife) cerca de 1645. Gravura em água forte de Pieter Schenck baseada em desenho de Frans Post para o livro Rerum in Brasilia et alibi gestarum de Caspar Barlaeus.
A cidade do Recife tem sua origem intimamente ligada à de Olinda. No foral (carta de direitos feudais) de Olinda, concedido por Duarte Coelho em 1537, há uma referência a "Arrecife dos navios", um lugarejo habitado por mareantes e pescadores. O Recife permaneceu português até a independência do Brasil, com a exceção de um período de ocupação holandesa entre 1630 e 1654.


Durante os anos anteriores à invasão da Companhia Neerlandesa das Índias Ocidentais, o povoado do Recife existiu apenas em função do porto e à sombra da sede Olinda, local que a aristocracia escolheu para residir devido à sua localização elevada, que facilitava a defesa. Ergueram-se fortificações e paliçadas em defesa do povoado e do porto do Recife, todas elas voltadas para o mar. Os temores voltavam-se para o oceano por conta dos constantes ataques ao litoral da América Portuguesa pela navegação de corso e pirataria. Ainda no final do século XVI o "povo dos arrecifes" foi atacado e saqueado pelo pirata inglês James Lancaster que, com três navios, derrotou a pequena guarnição responsável pela defesa do porto. Entre os anos de 1620 e 1626 o então governador Matias de Albuquerque procurou estabelecer posições fortificadas no porto do Recife a fim de que se pudesse evitar outro ataque como aquele, bem como dissuadir a Companhia das Índias Ocidentais da idéia empreendida na Bahia em 1624.

Governo da WIC


Vista do Recife por João de Laet (1664).
O Recife, conhecido como Mauritsstad (Cidade Maurícia), foi a capital do Brasil neerlandês, tendo sido governada na maior parte do tempo pelo conde alemão (a serviço da Coroa dos Países Baixos) Maurício de Nassau. O império neerlandês nas Américas era composto na época por uma cadeia de fortalezas que iam do Ceará à embocadura do rio São Francisco, ao norte de Alagoas. Os neerlandeses também conquistaram uma série de feitorias na Guiné e em Angola, o que lhes dava controle sobre o tráfico negreiro, juntamente com a produção de açúcar administrados pela Companhia Neerlandesa das Índias Ocidentais (West Indische Compagnie), a empresa para quem Nassau esteve a serviço, de 1637 a 1644.
O conde desembarcou na Nieuw Holland, a Nova Holanda, em 1637, acompanhado por uma equipe de arquitetos e engenheiros. Nesse ponto começa a construção de Mauritsstad, que foi dotada de pontes, diques e canais para vencer as condições geográficas locais. O arquiteto Pieter Post foi o responsável pelo traçado da nova cidade e de edifícios como o palácio de Freeburg, sede do poder de Nassau na Nova Holanda, e do prédio do observatório astronômico, tido como o primeiro do Novo Mundo.
Maurício de Nassau praticou uma política de tolerância religiosa frente aos católicos e calvinistas. Além disso, permitiu a migração de judeus ao Recife e a criação de uma sinagoga, a Sinagoga Kahal Zur Israel, inaugurada em 1642 e considerada o primeiro templo judaico da América.
Nassau era também um entusiasta da ciência e das belas artes. Ao embarcar para o Brasil, trouxe uma plêiade de naturalistas e pintores para retratar e estudar a novo continente. Entre estes destacam-se os pintores Frans Post e Albert Eckhout, que retrataram as paisagens e os exóticos habitantes locais, o médico Willem Piso e o naturalista alemão Georg Marggraf, que estudaram a a fauna e a flora, a farmacopéia local e as doenças tropicais.
Nassau retornou à Holanda em 1644, demitido devido a desentendimentos com as autoridades da Companhia, que não se contentaram com o nível de lucros das possessões brasileiras. Os novos governantes holandeses entraram em conflito com a população, desencadeando a partir de 1643 uma insurreição - a chamada Insurreição Pernambucana - que terminaria com a expulsão definitiva dos holandeses em 1654. A economia açucareira local passou a enfrentar a competição das Antilhas Holandesas, para onde os holandeses levaram a tecnologia da produção de açúcar.

[editar] Mascates


Decoração barroca da Capela Dourada (inícios do séc. XVIII).
Após a invasão holandesa, muitos comerciantes vindos de Portugal - chamados pejorativamente de "mascates" - estabelecem-se no Recife, trazendo prosperidade à vila. O desenvolvimento do Recife foi visto com desconfiança pelos olindenses, em grande parte formada por senhores de engenho em dificuldades econômicas. O conflito de interesses políticos e econômicos entre a nobreza açucareira pernambucana e os novos burgueses deu origem à Guerra dos Mascates (1710-1711), durante a qual o Recife foi palco de combates e cercos.
Porém, essa revolta não prejudicou o crescimento do povoado do Recife, elevado à categoria de vila independente em 1710. Em 1711 moravam cerca de 16 mil pessoas na vila, e em 1745 a população ascendia a 25 mil. Apesar da queda nos preços do açúcar, construíram-se magníficos conventos e igrejas na cidade, com destaque para o Convento de Santo Antônio (construído majoritariamente no século XVIII), a Capela Dourada (terminada em 1724) e a Igreja de São Pedro dos Clérigos (começada em 1725).

Revoltas


Vista do Recife (1880-1885), foto de Moritz Lamberg, coleção Theresa Cristina
O início do século XIX no Recife foi marcado por revoltas inspiradas no ideário liberal vindo da Europa: comerciantes, aristocratas e padres, para exigir mais autonomia para a colônia. Entretanto, a classe dominante evitava questões como o fim da escravatura e dispensava a participação popular, temendo revolução.
Nesse mesmo século, ocorreram as revoluções mais conhecidas da História do Recife. A Revolução de 1817, a Confederação do Equador, de 1824 e a Revolução Praieira, de 1848. O Recife deixou de ser vila, não se subordinava ao poder central, nem estava subordinado a Olinda. Nesse tempo, iniciou-se um grande período de desenvolvimento da cidade. A elevação à categoria de cidade ocorreu em 1823.



Friedrich Hagedorn: Panorama do Recife em 1855
Nesse mesmo período a cidade buscou se modernizar usando como modelo as formas arquitetônicas européias (sobretudo a francesa), assim como a adoção dos costumes do Velho Mundo considerados "civilizados" tentando com isso se libertar da imagem de atraso atribuída ao seu passado colonial.

Século XX

No início do século XX, iniciou-se um período de agitação cutural e a encantadora Belle Époque mostrou a busca de novas linguagens para traduzir as velozes mudanças trazidas pelas novas técnicas.

PARABÉNS RECIFE !!!

fonte:WIKIPÉDIA

sexta-feira, 9 de março de 2012

A MÚSICA OUVIDA E A MÚSICA LIDA

A MÚSICA OUVIDA E A MÚSICA LIDA

1) As Vitrines (Chico Buarque)
O que você ouve:
Eu te vejo sumir por aí
Te avisei que a cidade era um vão da tua mão
Olha pra mim, não faz assim, não vai lá não
O que você lê
Eu te vejo sumir por aí
Te avisei que a cidade era um vão
- Dá tua mão
- Olha pra mim
- Não faz assim
- Não vai lá não
2) Mand’ela (Zeca Baleiro e Chico César)
O que você ouve
Eu disse que vim do Senegal
montado num cavalo-de-pau
baiana me desmontou
olha que me queixo pro Tutu
baiana deixa disso
vou reclamar pro bispo, dito
O que você lê
Eu disse que vim do Senegal
montado num cavalo-de-pau
baiana me desmontou
olha que me queixo pro Tutu
baiana deixa disso
vou reclamar pro bispo, de tu.
FONTE: jornália do Ed (blog de meu maridão)

quarta-feira, 7 de março de 2012

A IMPORTÂNCIA DA MULHER NA SOCIEDADE MODERNA


Enfrentando diversas discriminações e adaptações em relação aos “afazeres puramente femininos”, como cuidar de casa e da família, a mulher conseguiu superar suas dificuldades e ainda administrar seu tempo a favor de suas atividades, para que as questões familiares não entrem em conflito com questões profissionais e sociais. A mulher ainda é alvo de grande discriminação por aqueles que ainda acreditam que “lugar de mulher é no fogão” e por isso enfrenta o grande desafio de mostrar que apesar de frágil é ainda forte, ousada e firme na tomada de decisões, quando necessário.

A mulher tem marcado as últimas décadas mostrando que competência no trabalho também é um grande marco feminino. Apesar de ser taxada como sexo frágil, a mulher tem se mostrado forte o bastante para encarar os desafios propostos pelo mercado de trabalho com convicção e disposição. A fragilidade da mulher, ou melhor, a sensibilidade da mulher, tem grande colaboração nas influências humanas que se tenta propagar na atualidade, pois, como se sabe, o mundo passa por transformações rápidas e desastrosas que precisam de mudanças imediatas. A mulher consegue transmitir a importante e dura tarefa de mudar hábitos com a clareza e a delicadeza necessária para despertar o envolvimento de cada indivíduo e a importância da mudança de cada um.

O avanço feminino frente à política e à economia ainda mostra a força da mulher em perceber e apontar os problemas tendo sempre boas formas de resolvê-los assim como os indivíduos do sexo masculino, o que evidencia o erro de descriminar e diminuir o sexo feminino privando-o a apenas poucas tarefas (domésticas).

A realidade do crescimento do espaço feminino tem sido percebida pela participação da mulher em diferentes áreas da sociedade que lhe conferem direitos sociais, políticos e econômicos, assim como os indivíduos do sexo oposto.
 




Parabéns pelo nosso dia!!!

domingo, 26 de fevereiro de 2012

SER MÃE NA MATURIDADE...


André Durão
“Me sinto privilegiada. Muitas mulheres na minha idade recorrem a tratamentos para engravidar”, diz Myriam, mãe de Pedro Arthur, de cinco meses
Riscos nas gestações
a partir dos 40
• Pré-eclampsia e desordens hipertensivas entre 7% e 25%
• Diabetes 6% a 8%
• Bebê de baixo peso 10% a 20%
• Parto prematuro 11% a 18%
• Síndrome de Down 1 em 112 bebês
Fonte: clínica Huntington e Departamento de Saúde da Califórnia
‘‘Ao invés de brincar com o bebê rolando pelo chão, eu posso rolar na cama’’ Sílvia Poppovic
Aos 45 anos são de 5% as chances de engravidar de forma natural em um ano
Leia mais:
Mãe aos 40
• Mãe aos 20
• Ela tem as duas experiências


Mãe aos 40

NUNCA TIVE MUITO DESEJO DE SER MÃE, MAS SEI DA IMPORTÂNCIA DESS ASSUNTO E ATÉ JÁ SENTI UM POUCO DE INDIFERENÇA POR PARTE DE ALGUMAS PESSOAS QUE TÊM FILHOS E QUE ACHAM UM ABSURDO EU NÃO TER FILHOS AINDA... É MUITO IMPORTANTE TER UMA FAMÍLIA , MAS ,MAIS IMPORTANTE AINDA É PODER CRIAR E DAR TUDO QUE A CRIANÇA PRECISA.
Este assunto  faz-me lembrar de uma passagem bíblica em que Elcana tinha duas mulher: Ana e Penina.Ana não pode ter filhos e Penina a humilhava por isso.Elcana amava Ana ,não a Penina e isso fazia com que a mulher que tinha filhos humilhasse  a que não tinha...mas DEUS concedeu o desejo de Ana , com SAMUEL...
Hoje em dia, ainda é assim... DEUS É FIEL!!


Mulheres que engravidaram na maturidade desafiam as estatísticas médicas e falam das vantagens e dos temores de ser mãe mais tarde
Rodrigo Cardoso e Luís Edmundo Araújo
Em janeiro do ano passado, durante uma consulta de rotina, ela ouviu do ginecologista que se quisesse engravidar novamente teria de fazer um tratamento de hormônios. Aos 40 anos na época, mãe de Edmarzinho, hoje com 5, a atriz Myriam Rios tinha 35% de chances de engravidar naquele ano de forma natural. Dois meses depois, após um reencontro com o ex-namorado, o ator André Gonçalves, estava grávida novamente. “Foi um presente. Me sinto abençoada e privilegiada porque sei que muitas mulheres na minha idade recorrem a tratamentos para engravidar”, diz Myriam, mãe de Pedro Arthur, 5 meses.
É verdade. Três anos atrás, a apresentadora de tevê Sílvia Poppovic curtia férias em um resort cinco estrelas no Havaí e começou a pensar na vida. Viu sucesso profissional, realização financeira, companheirismo do marido e amizades sinceras. Esse sentimento de mulher vencedora, porém, não foi suficiente para Sílvia tirar da cabeça o fato de que, aos 44 anos na época, ainda não era mãe. “Naquele momento decidi que queria trocar de problemas. Deixar os do trabalho de lado e encarar os que viriam a partir de uma gravidez”, conta ela.
Uma semana depois de voltar ao País, ela e o marido, o endocrinologista Marcello Bronstein, 57 anos, procuraram uma clínica especializada em reprodução humana. A apresentadora não revela o método de tratamento, mas em seis meses surgiu grávida de Ana, hoje com 2 anos. Por causa da idade, Sílvia tinha 5% de chances de engravidar naquele ano de forma natural. Realizada, está feliz em comemorar, no domingo 12, seu terceiro dia das mães.
Claudio Gatti
Mãe de Ana, 2 anos, Sílvia Poppovic, 47, engravidou após tratamento.
FONTE: VEJA



DESENHOS ANIMADOS DE MINHA INFÂNCIA

  • D'Artagnan e os Três Mosqueteiros   -   Os personagens são representados por animais (na maioria cães).
A série foi produzida pelos estúdios da BRB Internacional S.A. (Espanha) e realizada pela Nippon Animation (Japão), e estreou em 1981 na Espanha (na qual estrearia oficialmente em 1984) e no Japão. Em 1984, a série estreou na França com os nomes: Les Trois Mousquetaires ou normalmente D'Artagnan et les Trois Mousquetaires. Em 1985, a série estreou no Reino Unido com o nome de Dogtanian and The Three Muskehounds

Barbapapa – Uma família colorida e maleável


Quem não se recorda da série de animação, "Barbapapa"?
Tratava-se de uma família muito especial, uma espécie de bonecos de borracha ou de massa cujos corpos se moldavam em certos objectos ou características. Não tinham pés, sendo assim uma espécie de bonecos" sempre-em-pé".
Apesar dessa característica estranha, a série tornou-se muito popular e querida entre nós, quando passou na RTP na primeira metade dos anos 70.
Dentro desse sucesso, a antiga Agência Portuguesa de Revistas editou em 1975 uma caderneta composta por 210 cromos.
A série voltou a passar já nos anos 80, então a cores, pelo que se ressaltava o colorido característos dos diversos personagens, já que os havia para todas as cores.
O personagem principal era o pai, o Barbapapa, em cor-de-rosa. A sua esposa, a Barbamama, paradoxalmente, era de cor preta. Os filhos do casal tinham nomes adequados às suas aptidões físicas ou intelectuais e tinham várias cores, como o verde,o azul, o amarelo, vermelho, laranja, cor-de-rosa e preto.
Estes curiosos bonecos saíram da imaginação e arte da aqruitecta e ilustradora francesa, Annete Tison e do pofressora norte-americano, Talkus Taylor, isto no início da década de 70. Antes da televisão, o personagem nasceu na forma de livro infantil.
A série de televisão foi co-produzida pela Holanda e Japão, sendo realizados 45 eposódios. Uns anos mais tarde foi produzida uma nova versão.
É claro que a série estava dirigida ao público infantil pelo que a criançada regalava-se com as peripécias e habilidades dos bonecos simpáticos e coloridos.
barbapapa_1
barbapapa_2
papa_mama

 OS FLINTSTONES


Os Flintstones moram em Bedrock, uma cidade com 2.500 habitantes, no ano 1.040.000 A.C.
Fred Flintstone ganha a vida como operador de dinossauro da Slaterock Gravel Company, é casado com Wilma e pai de Pedrita, sendo exímio jogador de boliche e membro da confraria dos Búfalos d'água. Seu patrão é o Senhor Pedregulho. O prato preferido de Fred é o Brontossaurobúrguer (ou Brontoburguer) com Cactus-Cola e também Costelas de Brontossauro. Nos episódios, Fred sempre entra em confusão. Seu famoso bordão é "yabadabadoo".
Fred é casado com Wilma Flintstone, uma exímia dona-de-casa, mãe de Pedrita. Sua melhor amiga é Betty Rubble. Wilma já pensou em trabalhar fora várias vezes, mas seu marido Fred é contra. Na série animada Wilma é da classe operária assim como Fred; porém, no filme Viva Rock Vegas é de família rica. Pedrita, filha do casal, casa-se com Bambam Rubble quando cresce. A mãe de Wilma, Pearl Slaghoople, visita freqüentemente a família, trazendo aborrecimentos constantes a Fred, dando continuidade ao eterno, universal e engraçadissimo conflito entre sogra e genro. O mascote da família Flintstone é Dino, que sempre lambe seu dono quando ele chega do trabalho.
O melhor amigo de Fred é Barney Rubble, com quem sempre acaba brigando. Barney é casado com Betty e pai adotivo de Bambam. Se Fred faz alguma trapalhada, Barney estará junto, mesmo contra a sua vontade, pois Fred o obriga a fazer coisas que ele não quer fazer. Ainda quando o personagem tem uma boa idéia, Fred a toma para sí. É chamado de nanico por Fred.
Barney é casado com Betty Rubble. O nome de solteira de Betty é Betty McBricker. Esposa de Barney, é mãe adotiva de Bambam. Vizinha de Wilma Flintstone, sua melhor amiga, sempre acabam tirando Fred e Barney das enrascadas e confusões em que se meteram e sempre está com Vilma, mas tem um senso crítico mais apurado que seu ingênuo marido em relação a Fred.
Bambam Rubble é o filho adotivo de Barney e Betty, conforme mostrado em episódio da série. Ele foi deixado à porta da casa dos Rubbles logo após o nascimento de Pedrita. Conhecido por sua força descomunal, ele ama pedrita desde a infância.
Hoppy, um híbrido de canguru e dinossauro, é o mascote dos Rubbles. No primeiro episódio em que apareceu foi confundido com um rato gigante por Fred na garagem dos Rubbles. A confusão de um canguru com um rato de tamanho descomunal também ocorreu em outro desenho famoso de Hanna-Barbera, com o personagem Sylvester (Frajola), um rato e um filhote de canguru.

CAVERNA   DO   DRAGÃO

A série mostra uma história de seis crianças estadunidenses dos anos 1980 que tentam voltar a seu mundo após chegarem ao Reino de Dungeons & Dragons em um passeio de montanha russa.[1] O desenho possui várias referências ao universo do jogo de role-playing game Dungeons & Dragons. Apesar do enorme sucesso, especialmente no Brasil, a série foi cancelada e a explicação para esse fato é dada pelo produtor Gary Gygax em entrevista exclusiva para a edição 3 da revista Herói 2000 (novembro de 1999, Conrad Editora), escrita pelo jornalista brasileiro Pablo Miyazawa:
Em 1985, a equipe responsável pelo desenho se reuniu com os executivos da temporada seguinte. Os seis jovens – mais velhos e mais experientes – seriam chamados de volta ao mundo da Caverna do Dragão pelo Mestre dos Magos. Foram concebidos três scripts do desenho, e eu até aprovei um deles. Mas algumas dificuldades surgiram. A D&D Corp. fechou e a CBS com a Marvel decidiram não continuar mais com o desenho. A nova série foi cancelada antes mesmo de ser produzida.[2]

fonte:WIKIPÉDIA 

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A Educação Infantil em minha vida...

A Educação Infantil em minha vida...

 

A Educação Infantil em minha vida...
Comecei a ensinar no começo dos anos 90...
Minha primeira escola foi a Escola Amor Divino no bairro do Jardim Jordão. Na época,a situação era bastante perigosa na área,pois , os bandidos dominavam a área,mas respeitavam os professores,mesmo assim, eu tremia de medo quando algum deles entravam na sala ...mas , continuava a dar minha aula e falava o mais natural possível com todos eles.Na época eu ensinava uma turma de primeira série muito trabalhosa ,mas gostava muito do desafio e seguia em frente.
Certo dia, fiz um ditado e a primeira palavra foi “boneca”. A maioria das crianças escreveram a palavra assim : o e a e eu logo percebi que eles não conheciam as consoantes e que ainda estavam iniciando a fase silábica...
Mas na realidade, a EDUCAÇÃO INFANTIL sempre esteve, mas presente em minha vida, pois, ensinei durante muitos anos estas turminhas do barulho!Jamais vou esquecer estes momentos maravilhosos que vivi e que estão para sempre guardados em meu coração.

A educação infantil, educação pré-escolar ou educação pré-primária consiste na educação das crianças antes da sua entrada no ensino obrigatório. É ministrada normalmente no período compreendido entre os zero e os seis anos de idade de uma criança. Neste tipo de educação, as crianças são estimuladas - através de atividades lúdicas e jogos - a exercitar as suas capacidades motoras e cognitivas, a fazer descobertas e a iniciar o processo de alfabetização.
Internacionalmente, à educação infantil ou pré-escolar corresponde normalmente o nível 0 definido pela ISCED. Contudo, em alguns sistemas educativos, este tipo de educação pode incluir a que é ministrada a crianças de idade inferior a três anos, portanto a um nível inferior ao do ISCED 0.
A educação infantil ou pré-escolar é ministrada em estabelecimentos educativos de vários tipos como berçários, creches, pré-escolas, jardins de infância, infantários ou jardins-escola.

Origem da educação infantil no Mundo


Uma escola de educação infantil em Poá - SP - Brasil.
O modo de lidar com as crianças na idade média era baseado em alguns costumes herdados da Antiguidade. O papel das crianças era definido pelo pai. Os direitos do pai no mundo grego que o pai, além de incluir total controle sobre o filho, incluía também de tirar-lhe a vida, caso o rejeitasse. No mundo germânico, além do poder do pai exercido no seio da família, existia o poder patriarcal, exercido pela dominação política e social. Nas sociedades antigas, o status da criança era nulo. Sua existência no meio social dependia totalmente da vontade do pai, podendo, no caso das deficientes e das meninas, ser mandadas para prostíbulos em lugar de serem mortas, em outros casos, (as pobres) eram abandonadas ou vendidas. Com a ascensão do cristianismo, o modo de lidar com as crianças mudou, apesar da mudança ter sido um processo lento. Maria Montessori foi uma das precursoras do tema.

Educação infantil




No Brasil, por volta da década de 1970, com o aumento do número de fábricas, iniciaram-se os movimentos de mulheres e os de luta por creche, resultando na necessidade de criar um lugar para os filhos da massa operária, surgindo então as creches, com um foco totalmente assistencialista, visando apenas o “cuidar”. Pois segundo Faria (1999, p.25). Se os anos 70 voltaram-se para a mulher, nos anos 80, essa mulher voltou-se para as crianças. Foram, em geral, as feministas intelectualizadas de classe média, e que eram contra a ditadura, que passaram a pesquisar sobre a infância e assessorar os governos progressistas que, atendendo às reivindicações populares, prometeram creches nas suas campanhas eleitorais.







 





Ensino superior
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A educação infantil, educação pré-escolar ou educação pré-primária consiste na educação das crianças antes da sua entrada no ensino obrigatório. É ministrada normalmente no período compreendido entre os zero e os seis anos de idade de uma criança. Neste tipo de educação, as crianças são estimuladas - através de atividades lúdicas e jogos - a exercitar as suas capacidades motoras e cognitivas, a fazer descobertas e a iniciar o processo de alfabetização.
Internacionalmente, à educação infantil ou pré-escolar corresponde normalmente o nível 0 definido pela ISCED. Contudo, em alguns sistemas educativos, este tipo de educação pode incluir a que é ministrada a crianças de idade inferior a três anos, portanto a um nível inferior ao do ISCED 0.
A educação infantil ou pré-escolar é ministrada em estabelecimentos educativos de vários tipos como berçários, creches, pré-escolas, jardins de infância, infantários ou jardins-escola.

Origem da educação infantil no Mundo


Uma escola de educação infantil em Poá - SP - Brasil.
O modo de lidar com as crianças na idade média era baseado em alguns costumes herdados da Antiguidade. O papel das crianças era definido pelo pai. Os direitos do pai no mundo grego que o pai, além de incluir total controle sobre o filho, incluía também de tirar-lhe a vida, caso o rejeitasse. No mundo germânico, além do poder do pai exercido no seio da família, existia o poder patriarcal, exercido pela dominação política e social. Nas sociedades antigas, o status da criança era nulo. Sua existência no meio social dependia totalmente da vontade do pai, podendo, no caso das deficientes e das meninas, ser mandadas para prostíbulos em lugar de serem mortas, em outros casos, (as pobres) eram abandonadas ou vendidas. Com a ascensão do cristianismo, o modo de lidar com as crianças mudou, apesar da mudança ter sido um processo lento. Maria Montessori foi uma das precursoras do tema.

Educação infantil





No Brasil, por volta da década de 1970, com o aumento do número de fábricas, iniciaram-se os movimentos de mulheres e os de luta por creche, resultando na necessidade de criar um lugar para os filhos da massa operária, surgindo então as creches, com um foco totalmente assistencialista, visando apenas o “cuidar”. Pois segundo Faria (1999, p.25). Se os anos 70 voltaram-se para a mulher, nos anos 80, essa mulher voltou-se para as crianças. Foram, em geral, as feministas intelectualizadas de classe média, e que eram contra a ditadura, que passaram a pesquisar sobre a infância e assessorar os governos progressistas que, atendendo às reivindicações populares, prometeram creches nas suas campanhas eleitorais.
MIRTHS CAVALCANTE