domingo, 13 de maio de 2012

Santa Cruz é bicampeão na Ilha do Retiro

Em jogo emocionante, Santa Cruz é bicampeão na Ilha do Retiro

Com gols de Branquinho, Dênis Marques e Luciano Henrique, equipe coral bateu o Leão e levantou a taça na casa do adversário

Celso Ishigami - Diario de Pernambuco
Daniel Leal - Diario de Pernambuco
| Tags: celular 

Publicação:

13/05/2012 16:33

Atualização:

13/05/2012 18:37
Ricardo Fernandes/DP/D.A Press
Não faltaram elementos para enaltecer a maiúscula vitória do Santa Cruz na final da edição 2012 do Pernambucano. No dia do aniversário Sport e jogando na casa do adversário, os tricolores tinham a difícil missão de reverter a vantagem leonina. E assim o fizeram. Vinte e cinco anos depois, os tricolores alcançaram o bicampeonato. Novamente sobre o maior rival.

O clássico começou bem antes de a bola rolar. Depois de realizar treinos secretos, o técnico Zé Teodoro continuou fazendo do mistério uma arma secreta. Os tricolores divulgaram uma escalação idêntica a do primeiro jogo, mas pouco depois, descobriu-se que o lateral Diogo sequer figuraria no banco de reservas. Precisando da vitória, o comandante coral resolveu armar sua equipe num 4-3-3, com Branquinho completando o setor ofensivo e Memo atuando na direita.

Logo no primeiro minuto de jogo, o Sport desperdiçou uma chance claríssima. Depois de bola recuperada no meio de campo, Diogo Oliveira deu um belo lançamento para Jheimy, que ganhou da marcação e entrou cara a cara com Tiago Cardoso, mas finalizou por cima da meta. A resposta foi imediata. No lance seguinte, Branquinho achou Chicão livre na entrada da grande área. O volante ajeitou e bateu forte de perna esquerda, obrigando Magrão a espalmar para escanteio.

O jogo continuou aberto. Apesar da vantagem, o Sport não se limitava a marcar, buscando o campo ofensivo principalmente pelas laterais. E desta maneira, cedia alguns espaços para que os tricolores se lançassem em jogadas develocidade. E antes dos dez minutos, os adversários tiveram outras boas oportunidades de abrir o placar. Pelo lado coral, Branquinho demorou para finalizar e acabou desarmado. Pelos rubro-negros, Edcarlos e Jheimy falharam na tentativa de aproveitar a falha de Tiago Cardoso em falta cobrada por Marcelinho.

Estava claro que o placar não permaneceria inalterado por muito tempo. Aos 12, Caça-Rato lançou Branquinho, que invadiu a grande área pela direita e tocou na saída de Magrão. Mas os tricolores sequer tiveram tempo de comemorar a reversão da vantagem. Após a cobrança do meio de campo, Moacir foi lançado, entrou na área coral e bateu rasteiro de esquerda, contando ainda com nova falha de Tiago Cardoso.

O gol parece ter abalado a confiança coral. Por sua vez, os rubro-negros passaram a atacar com mais agressividade. Aos 21, o ataque leonino trabalhou bem com passes curtos. Livre, Rivaldo teve tempo de dominar e arriscou de fora da área. Traído pelo desvio da bola, Tiago Cardoso precisou se esticar para mandar a bola pela linha de fundo. Os tricolores conseguiram equilibrar as ações novamente por volta dos 30 minutos, passando a valorizar um pouco mais a posse de bola. E aos 39, Caça-Rato mostrou o motivo pelo qual é tão temido pelas defesas rivais. O centroavante recebeu a bola na cabeça da grande área, girou sobre o marcador e de lá mesmo, mandou rasteiro, com muita categoria, no canto esquerdo de Magrão. No intervalo, a vantagem era tricolor.

Na tentativa de reverter o cenário, Mazola promoveu uma alteração em seu setor ofensivo, substituindo Jheimy por Marquinhos Gabriel, que passou a atuar como ala esquerdo, trazendo Rivaldo de volta para o meio de campo. E logo aos cinco minutos, ficou muito claro que o título ainda não tinha um dono. Em jogada que começou na esquerda, a bola foi parar no pé de Moacir, que soltou uma bomba de fora da área, acertando o travessão coral. Em seguida, foi a vez de Marquinhso Gabriel ser lançado em condições de finalizar. Com um toque sutil, ele tirou tinta do travessão adversário. Aos 15 minutos, Zé Teodoro já mudara radicalmente a proposta de seu time. Com Luciano Henrique na vaga de Natan, Sandro Manoel no lugar de Branquinho, e Leandro Souza no posto de Anderson Pedra, a ordem era valorizar a posse de bola e fortalecer a marcação.

Enquanto os tricolores esfriavam o jogo cada vez que a bola estava parada, Mazola partiu para o tudo ou nada. Prova disso foi a entrada do atacante Ruan no lugar do zagueiro Montoya. A esta altura, enxergar qualquer traço de esquema tático era praticamente impossível. Entre os rubro-negros, os defensores participavam das jogadas de ataque e entre os tricolores, seus atacantes viraram zagueiros. Aos 30 coube a um ex-rubro-negro, acertar um golpe duríssimo no Leão. Aproveitando uma furada de Diogo Oliveira, Luciano Henrique entrou cara a cara com Magrão, driblou o goleiro adversário e tocou para o fundo do gol.

Quando boa parte da torcida leonina já não acreditava mais no título, dois zagueiro reacenderam a chama da esperança. Vendo a muralha armada na intermediária coral, Ailson arriscou de muito longe. No rebote de Tiago Cardoso, Edcarlos diminuiu e pôs fogo no jogo. Até aos 50 minutos, o Santa Cruz soube se defender de maneira heroica e só, então, a torcida coral ousou soltar o grito de bicampeão.

Ficha do jogo

Sport 2

Magrão; Bruno Aguiar (Montoya) (Ruan), Ailson e Edcarlos; Moacir, Hamilton, Diogo Oliveira e Rivaldo; Marcelinho Paraíba; Jheimy (Marquinhos Gabriel) e Jael.
Técnico: Mazola Júnior.

Santa Cruz 3Tiago Cardoso; Memo, Vágner, William e Renatinho; Anderson Pedra (Leandro Souza), Chicão e Natan (Luciano Henrique); Branquinho (Sandro Manoel), Flávio Caça-Rato e Dênis Marques.
Técnico: Zé Teodoro.

Local: Ilha do Retiro, no Recife. Árbitro: Sandro Meira Ricci. Assistentes: Pedro Wanderley e Clóvis Amaral. Gols: Moacir e Edcarlos (S); Branquinho, Dênis Marques e Luciano Henrique (SC). Cartões amarelos: Marcelinho Paraíba, Montoya, Tiaguinho (S); Memo, Chicão, Natan, Leandro Souza (SC). Público: 31.998. Renda: R$ 556.635,00.

Homenagem para minha mãe:D.Zezé

Poesia Dia das Mães

Algumas mães são carinhosas e outras são repreensivas, mas isto é amor do mesmo modo, e a maioria das mães beija e repreende ao mesmo tempo.
Pearl S. Buck

QUERIDA MAMÃE

Tu que nos guardaste em teu ventre aquecido e do mundo fomos protegidos...
Tu que nos trouxeste para a vida, o que mais poderiamos querer?
Nos deste um cantinho dentro de ti e já crescidinhos nascemos para te conhecer...
Em teus braços fomos acalentados com teu amor e dedicação.
Nosso coração por ti, todos os dias acariciado...
Te conhecer por fora é só uma forma de nos fortalecer para o mundo, mas o que há de mais profundo vem do teu íntimo Ser...
Oh!maravalhosa Criatura...Nascida do Amor Divino
que nos ampara a todos os momentos de nosso Viver!
O que mais poderiamos querer?
Rogar com todas as forças que Deus abençoe a todas as mães e se nem sempre ao nosso lado podemos te ter até tua lembrança nos faz reviver...que maravilha ...
você nunca estará sozinha Querida Mamãe!
José Guilherme S. Filho

DIA DA MÃES - HOMENAGEM ESPECIAL

Ela tem a capacidade de ouvir o silêncio.
Adivinhar sentimentos.
Encontrar a palavra certa nos momentos incertos.
Nos fortalecer quando tudo ao nosso redor parece ruir.
Sabedoria emprestada dos deuses para nos proteger e amparar.

Sua existência é em si um ato de amor.
Gerar, cuidar, nutrir.
Amar, amar, amar...
Amar com um amor incondicional que nada espera em troca.
Afeto desmedido e incontido, Mãe é um ser infinito.

(Trecho do livro Minha mãe, meu mundo)
Anderson Cavalcante

DIA DA MÃES - HOMENAGEM ESPECIAL

Ela tem a capacidade de ouvir o silêncio.
Adivinhar sentimentos.
Encontrar a palavra certa nos momentos incertos.
Nos fortalecer quando tudo ao nosso redor parece ruir.
Sabedoria emprestada dos deuses para nos proteger e amparar.

Sua existência é em si um ato de amor.
Gerar, cuidar, nutrir.
Amar, amar, amar...
Amar com um amor incondicional que nada espera em troca.
Afeto desmedido e incontido, Mãe é um ser infinito.

(Trecho do livro Minha mãe, meu mundo)
Anderson Cavalcante


O amor de mãe por seu filho é diferente de qualquer outra coisa no mundo. Ele não obedece lei ou piedade, ele ousa todas as coisas e extermina sem remorso tudo o que ficar em seu caminho.
Agatha Christie

 


terça-feira, 1 de maio de 2012

História do Dia do Trabalho

Sempre sonhei em trabalhar e ganhar meu dinheiro...
Comecei a trabalhar aos 14 anos como babá de duas meninas ,uma de oito anos e outra de dois anos.
Nice e Neide eram de belezas diferentes ,crianças cheias de saúde e alegria,bastante tranquilas...
Eu gostava muito de cuidar das meninas,catava piolhos,penteava os cabelos, dava banho...
Com a conclusão do magistério , comecei a trabalhar no ano de 1990 na ESCOLA AMOR DIVINO e daí por diante nunca mais parei...

DEUS É FIEL E AJUDA QUEM TRABALHA!!
HOMENAGEM A TODOS OS TRABALHADORES QUE ACORDAM CEDO E SAEM PARA A BATALHA TODOS OS DIAS PARA TEREM UMA VIDA DIGNA E MELHOR.PARABÉNS!!
E AOS PREGUIÇOSOS:
Provérbios 6:6

História do Dia do Trabalho
O Dia do Trabalho é comemorado em 1º de maio. No Brasil e em vários países do mundo é um feriado nacional, dedicado a festas, manifestações, passeatas, exposições e eventos reivindicatórios.
Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos da América.
Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.
Três anos mais tarde, a 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.
Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países.
Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores estadunidenses conseguiu que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.

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    "Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, olha para os seus caminhos, sê sábio". Vê como trabalha, como é diligente e previdente, ajuntando que comer.prov-6.6
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    Os Operários de Tarsila do Amaral

    Tarsila do Amaral pintou "Operários" em 1933, após uma viagem à URSS. O quadro retrata diversos rostos de operários com uma fábrica ao fundo. É interessante notar que a artista pintou vários rostos de personalidades intelectuais e artísticas, como Mário de Andrade, Anita Malfadi, Plínio Salgado e Oswald de Andrade, talvez demonstrando que todos são "operários" em uma causa. Tarsila foi a primeira artista plástica da época a explorar temas sociais.

     













     







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    segunda-feira, 23 de abril de 2012

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    PAUL NO RECIFE, UMA NOITE INESQUECÍVEL

    Hoje, algumas horas após o grande show, ainda estou sob o impacto do espetáculo. Não consigo acreditar que num espaço de cinco meses, dois beatles estiveram por aqui. Antes de tecer alguns comentários sobre o show, cabem algumas considerações sobre o que esse evento representa para mim. Desde a adolescência transito no universo dos Beatles. Sempre colecionei revistas, discos, fotografias, filmes e um monte de objetos relacionados à banda. A bem da verdade, já havia perdido a esperança de ver um dos remanescentes da banda.
    Lembro-me que, lá pela década de 80, quando me reunia com meus amigos lá em casa para ouvirmos música e tocarmos violão, sempre cogitávamos se algum dia veríamos um show de Paul, George ou Ringo. Como Recife nessa época estava fora do circuito dos grandes shows, a ideia era tratada como uma grande utopia. Crescemos e seguimos nossas vidas e essa utopia foi crescendo, crescendo, até que no final do ano passado o destino mostrou-se generoso com nós. Inacreditavelmente um ex-beatle aportou por aqui. O show de Ringo foi a realização de um sonho, Paul continuava na esfera do sonho. A utopia começou a se desfazer no início do mês de março desse ano quando anunciaram que Paul viria ao Recife. Claro, só acreditei quando comprei meu ingresso. Para aumentar a felicidade, o show foi no Arruda, templo sagrado do meu clube do coração, o Santa Cruz.
    O Show
    Antes de Paul subir ao palco, iniciou-se um espetáculo visual, os telões gigantes – 18 metros de altura – exibiram uma sequência de imagens e colagens misturando a história dos Beatles com figuras do mundo pop. Tudo muito psicodélico. Ás 21:40h Paul subiu ao palco fazendo jeito de tímido e mostrando-se surpreso com a grandiosidade da plateia. Abriu o show com “Magical Mistery Tour”. A partir dai presenciamos um grandioso espetáculo Paul, gentilmente, decorou e leu um monte de frases em português e fez a plateia delirar. Falou até em “nordestinês”: “Que povo arretado”.
    Destaques
    Homenagem a esposa: Paul incluiu no setlist a canção “My Valentine”, uma declaração de amor a sua esposa Nancy Shevell.

    Homenagem a Linda, sua falecida esposa: “Maybe in Amized”, ausente na turnê anterior, se fez presente no Recife. Uma bela homenagem a sua alma gêmea, Linda McCartney.
    Homenagem a George: “Something” foi um dos pontos altos do show. Clássico absoluto dos Beatles escrita por George, ganhou uma versão que incluía um cavaquinho. Na segunda parte da música, a banda entrou e a plateia delirou cantando junto. Inesquecível.
    Homenagem a Lennon: “Here Today” foi apresentada a plateia como uma homenagem a John Lennon. Durante a execução da musica o telão exibia imagens dele. Lindo demais.
    Homenagem a Ringo: Não estava prevista, mas alguém na plateia gritou “Ringo”. Paul ouviu e respondeu “Yehhh, Ringo”. Ele puxou “Yellow Submarine” e a plateia cantou junto. Essa, na verdade, foi uma homenagem do fã para Ringo, que esteve recentemente no recife.
    O calor do Nordeste: depois da segunda música Paul não aguentou o calor e tirou o bleiser. Transpirou muito, mas, como de costume, não bebeu um só gole de água.

    Live And Let Die: muita gente se assustou com as explosões do clássico tema de 007. Foi um espetáculo visual, queima de fogos e o frisson da música (vídeo avaixo).
    O show foi, sem dúvida, o maior evento realizado aqui no Recife. Absolutamente inesquecível pela grandiosidade e pela importância do artista. 


    FONTE:JORNÁLIA DO ED

    sexta-feira, 20 de abril de 2012

    Sir Paul McCartney

    Sir Paul McCartney

     

    Paul McCartney tornou-se reconhecido mundialmente por ter sido um dos membros da banda de rock britânica The Beatles, com John Lennon, Ringo Starr e George Harrison. Lennon e McCartney formaram uma das mais influentes e bem sucedidas parcerias musicais de todos os tempos. As canções compostas por qualquer um deles, levaria a assinatura Lennon/McCartney. Mas foi o próprio McCartney quem anunciou a dissolução da banda, em 1970 e, um mês depois, lançou seu primeiro disco solo McCartney.Ficou pouco tempo em carreira solo, formando em 1971 ao lado de sua primeira esposa, Linda McCartney, a banda Wings. Após quase uma década de inúmeros sucessos, a banda se desfez quando McCartney foi preso – por oito dias – ao desembarcar no Japão portando maconha.
    Após a morte de John Lennon, em dezembro de 1980, Paul ficaria um bom tempo sem pisar num palco, gravando apenas em estúdio. Em abril de 1990, McCartney tocou pela primeira vez no Brasil, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. O cantor bateu record de público em apresentação solo com 184 mil pessoas.  Em 1991, lança seu primeiro álbum de música clássica, Liverpool Oratorio. Em 1993, Paul voltou ao Brasil com uma pequena turnê em São Paulo e em Curitiba.
    No ano de 1995, Paul McCartney reuniu-se com os ex-Beatles George Harrison e Ringo Starr para a realização de The Beatles Anthology, que inclui documentário, livro biográfico e três CDs duplos com algumas canções inéditas. Em 1997 foi publicada a biografia Many Years From Now, autorizada pelo músico, de autoria do britânico Barry Miles. Sua empresa MPL Communications detém os direitos autorais de mais de três mil canções. McCartney é o único membro dos Beatles a ostentar o título de Sir (equivalente a Cavaleiro do Comandante do Império), honraria que lhe foi concedida pela Rainha em 1997.
    Em 1998, Linda McCartney morreria de câncer de mama. Durante esses últimos anos, McCartney realizou espetáculos que entraram para a história. Apresentou-se duas vezes na partida final do Super Bowl (em 2002 e 2005), finalizou o show em comemoração ao Jubileu da Rainha da Inglaterra Party at the Palace, fez o primeiro show da história da canção no Coliseu de Roma, entre outros feitos.
    O Guinness Book declarou-o como o compositor musical de maior sucesso da história da música pop mundial de todos os tempos. McCartney teve 29 composições de sua autoria no primeiro lugar das paradas de sucesso dos EUA. Paul é membro honorário e participante ativo das campanhas do PETA (People for the Ethical Treatment of Animals).
    Em 2002, quatro anos após a morte de Linda, Paul se casou com a modelo Heather Mills. Em 2006 começaram a surgir rumores na imprensa de que a união havia chegado ao fim. A modelo foi acusada de ter se casado apenas por dinheiro. Apesar de o casal ter negado o fato publicamente, no ano seguinte eles oficializaram a separação. Um juiz britânico decidiu que McCartney deveria pagar à ex-mulher por 24,3 milhões de libras.
    Após 17 anos sem se apresentar no Brasil, ele voltou! No dia 7 de novembro de 2010, Paul McCartney iniciou o show Up and Coming Tour em Porto Alegre, no Estádio Beira Rio. A turnê segue para Buenos Aires, para duas apresentações (10 e 11/11), e retorna ao Brasil para mais dois shows, nos dias 21 e 22 de novembro, no Estádio do Morumbi, em São Paulo.
    Nome
    Sir James Paul McCartney
    Data de nascimento
    18/06/1942
    Signo
    Gêmeos
    Atividade
    Cantor, compositor, baixista, guitarrista, empresário, produtor musical e cinematográfico
    Cidade de nascimento
    Liverpool / Inglaterra

     


    Paul McCartney
    McCartney em Barton, Inglaterra, junho de 2010.



























    Assinatura Paul McCartney signature.svg
    fonte:wikipédia e revista veja

    quinta-feira, 19 de abril de 2012

    Dicas para o look do show de Paul.

    COMO SERÁ MEU LOOK PARA O SHOW DE PAUL?

    Veja este vestido cheio de brilho com uma jaqueta de couro e botas pretas pesadas nos pés. Em outra situação, tirou o ar de seriedade da saia de comprimento comportado e dos saltos finos com a camisetinha estampada. Repare nas cores: a dupla preto + vermelho é outra combinação bem característica do estilo.Eu particularmente prefiro o estilo calça jeans e blusa básica preta , mas pra quem quer inovar , aí vão as dicas!

     

    Getty Images
    Agyness Deyn, uma das musas inspiradoras do estilo rocker
    ALICE DELLAL
    Filha da ex-modelo brasileira Andrea Dellal, a top tem atitude punk-rock dos pés à cabeça, literalmente. O cabelo é raspado e os looks dela sempre contam com meias-arrastão, jeans rasgados, jaquetas de couro e coturnos (foto à esq.). Ela também é adepta de um look mais rebelde, como mostra a saia com rasgos em forma de fendas combinada com a jaqueta de couro perfecto.
    Getty Images
    Coturnos e roupas rasgadas fazem parte do estilo pessoal da modelo Alice Dellal

    CHLOË SEVIGNY E TAYLOR MOMSEN
    A atriz escolheu combinar a camiseta com estampa de caveira ao jeans de lavagem mais desbotada e aos óculos escuros. Já Taylor Momsen, antes adepta de looks com mais cara de menininha,  mudou radicalmente o armário ao incluir nele calças e meia-calças rasgadas, acessórios com tachas (repare nos braceletes), camisetas de banda de rock (ela é vocalista da The Pretty Reckless) e muita maquiagem preta para destacar os olhos).
    Getty Images
    Chloë Sevigny (à esq.) e Taylor Momsen (à dir.): roqueiras para se inspirar

     

    Algumas leitoras que também vão pra o show de Paul McCartney em Recife esse final de semana, me pediram algumas dicas de looks pra usarem no show. Eu sempre penso que show tem que ter conforto. Você pode ficar no basiquinho, ou até dar uma "fashionizada" no look, mas o importante mesmo é ficar confortável. É importante levar em consideração alguns pontos relevantes do show, como por exemplo: local, horário, quantidade de pessoas, temperatura, etc. Sendo assim, sabemos que o show de Paul será num estádio, para um público em média de 60 mil pessoas, que será em Recife(calor!) e que os portões serão abertos às 17:30h. Diante dessas informações, selecionei alguns looks que abrangem vários estilos e que com certeza devem servir de inspiração pra vocês. Minha dica é para abusarem dos tênis, slippers, botinhas, shorts jeans, acessórios, t-shirts, vestidos soltinhos, etc.
    Confiram:



    Fonte:Revista manequim .

    domingo, 15 de abril de 2012

    Marilyn Monroe

    A vida de Marilyn Monroe!

    É UM ENGANO PENSAR QUE AS ATRIZES DOS ANOS 40, 50 E 60 ERAM 100% NATURAIS!!VEJA!

    Marilyn Monroe foi uma das maiores estrelas do cinema de todas as épocas, uma diva transbordante de glamour e sensualidade, uma das imagens mais populares do século XX. Ela nasceu em Los Angeles, a Meca cinematográfica, em 1 de junho de 1926. Filha de Gladys Pearl Monroe, editora de filmes do estúdio RKO, e de pai supostamente desconhecido, apesar de ter sido legalizada nos documentos pelo segundo marido da mãe, Martin Edward Mortensen.

    Alguns biógrafos da atriz acreditam, como a própria Marilyn, que seu pai verdadeiro era Charles Stanley Gifford, colega de trabalho de Gladys. Sua mãe teve sérios problemas psíquicos e foi internada. Desta forma, Norma Jeane Baker -nome de batismo da estrela -, cresceu entre orfanatos e passagens por casas de famílias. A partir de 1937, ela passou a viver no lar de Grace Mckee Goddard, amiga de sua mãe. Alguns anos depois, em 1942, seus pais adotivos tiveram que partir para a Costa Leste, mas não podiam levar consigo a jovem, que agora contava dezesseis anos. Restava à futura atriz retornar ao orfanato ou se casar com o namorado, Jimmy Dougherty, então com 21 anos.

    Norma opta pelo casamento e, durante dois anos, assume realmente a postura de dona de casa feliz e apaixonada. Em 1944, porém, o destino lhe arma nova cilada, pois seu marido ingressa na Marinha e é enviado para o Pacífico Sul. Norma Jeane é obrigada a trabalhar para sobreviver, e é assim que ela conhece o estrelato. Ao ser fotografada por Davis Conover, na fábrica Radio Plane Munition, na Califórnia, para a revista Yank, que encomendara uma matéria sobre o trabalho feminino na produção bélica, ela logo se vê posando para uma sessão fotográfica. Quando menos esperava ela se transformara em modelo famosa, capa de revistas célebres.


    Não é preciso muito para que ela se apaixone pelo cinema e passe a freqüentar aulas de teatro, mirando-se no exemplo de atrizes como Jean Harlow e Lana Turner. Novamente ela se vê diante de um dilema. O marido volta para casa, em 1946, e ela tem que optar entre a vida de casada e a carreira promissora. O casal se divorcia neste mesmo ano e Norma torna-se a mais nova contratada da Twentieth Century Fox, em 26 de agosto de 1946. A atriz muda radicalmente o visual, assumindo a imagem que a tornaria famosa, os cabelos loiros, e o nome que a consagraria, Marilyn Monroe.

    A partir de então, ela confere brilho e talento ao cinema de Hollywood, com seus lábios sensuais e inesquecíveis, o corpo escultural, seu olhar inocente e o ar aparentemente frágil, que incendeiam a imaginação masculina em todos os cantos do Planeta. Ela logo passou a integrar o panteão das deusas do cinema. Sua trajetória profissional iniciou-se em pequenas películas, mas sua veia cômica logo lhe conquistou espaço em filmes conhecidos, angariando fama e popularidade para a atriz na década de 50. Seu primeiro desempenho nas telas ocorreu no filme The Shocking Miss Pilgrim, em 1947. Sua atuação em Niagara, em 1953, a conduz ao estrelato.

    Aos 27 anos ela já era a diva loira mais adorada de Hollywood. Em 1954 ela contrai novo matrimônio, desta vez com o jogador de baseball Joe DiMaggio, na Califórnia. Mas o casamento não durou muito, pelo impacto que a imagem sensual de Marilyn desencadeava nesta época, o que provocou a separação, apenas nove meses depois.

    Depois de causar furor com sua sexualidade latente, Marilyn decide provar, em 1955, que além da beleza ela também tem um grande talento, aliado à experiência já conquistada. Ela agora desejava uma carreira séria e madura. Assim, transfere-se para Nova York, a metrópole norte-americana que lhe propicia a oportunidade de cursar a escola de Lee Strasberg. Um ano depois, ela institui uma produtora própria, a Marilyn Monroe Productions, que produz, entre outros, Bus Stop e The Prince and the Showgirl, com a atuação de Sir Laurence Olivier. Estas obras transmitem à platéia de todo o mundo sua definitiva vocação artística. Pouco tempo depois, ela recebe o Globo de Ouro por sua performance em Some Like it Hot, de 1959.


    Neste mesmo ano ela se casa com o dramaturgo Arthur Miller. Esta união também está fadada ao fracasso, tendo fim em 1961. Nesta época, Marilyn e John Kennedy já mantinham um caso secreto, desde o divórcio anterior da atriz. Os encontros se seguiram mesmo depois de seu casamento com Miller, o que provavelmente contribuiu para a separação do casal. É famoso o episódio em que a estrela canta parabéns, com voz sensual, para o Presidente, na sede do Partido Democrático. Era o fim do caso entre ambos, supostamente a pedido de Robert Kennedy, pois ele temia que a Máfia tentasse destruir seu irmão através da divulgação deste romance clandestino.

    Marilyn foi encontrada morta em sua casa, na cidade de Brentwood, na Califórnia, no dia 5 de agosto de 1962. A mídia destacou o caráter misterioso de sua morte, porém prevaleceu a versão de uma overdose de sedativos hipnóticos. Há muitos fatos obscuros e estranhos em torno desta morte, pois as gravações de suas ligações, outras pistas e documentos do FBI sobre o caso simplesmente desapareceram. Talvez nunca se saiba a verdade, mas é fato que esta estrela nunca se apagará, pois ela permanece viva na memória popular, e assim será provavelmente por muito tempo.


    Marilyn Monroe também fez plásticas!A primeira foi em 1940 por exigência de seus empresários.
     ANTES DAS INTERVENÇÕES PLÁSTICAS E CIRÚRGICAS ,NA FOTO ACIMA.
           DEPOIS DE TINGIR OS CABELOS , PERDER PESO E DE FAZER AS PLÁSTICAS ,NA FOTO ACIMA.
    Gurdin fez anotações à mão, em julho de 1958, a respeito de um implante de queixo que teria feito na atriz em 1950. Nada foi escrito sobre uma plástica no nariz, mas Leaf afirma que seu ex-sócio o contou inúmeras vezes que tinha feito uma rinoplastia na ponta do nariz da beleza icônica.
    A maior beleza da década de 50, usou dos recursos da cirúrgia plástica para aumentar ainda mais a sua beleza.

    Johnny Hyde um dos grandes chefões do estúdio da 20th Century Fox transformou a ruiva e roliça Norma Jean em Marilyn Monroe uma das atrizes mais sexy de todos os tempos valendo-se de alguns recursos hoje bastante normais e comuns.
    Submeteu a jovem atriz a um permanente para aumentar o volume do penteado, por eletrólise, depois de várias aplicações de peróxido de hidrogênio e amoníaco (água oxigenada) transformando-a em loura platinada


    Hyde arranjou um cirurgião plástico para remover dois pequenos defeitos em sei queixo. Antes disso tudo, porém, Marilyn já havia submetido-se a um dentista para acertar os dentes.
    Marilyn Monroe também remodelou o seu nariz de batata a mando dos estúdios da Twentieth Century Fox nos anos 1940. Além disso, a diva platinada teve que perder muitos quilinhos para se tornar uma grande estrela

    Um pouco da história de Marilyn, que foi linda,talentosa rica, desejada e nem por isso feliz.



    Norma tornou-se Marilyn Monroe, pin up famosa e atriz consagrada que até hoje é referencia em cinema para qualquer pessoa, em qualquer idade. A mesma que causou inúmeras polêmicas mesmo depois de morta. Afinal, alguém sabe de fato o que aconteceu com a diva? Terá sido suicídio, como quase todos acreditam, ou terá sido assassinato como queima de arquivo, devido á sua perigosa relação com os Kennedy?

    Os relatórios de sua autópsia até hoje permanecem perdidos, reforçando uma sinistra idéia de conspiração, embora a teoria mais aceita seja a do suicídio por overdose de barbitúricos. Marilyn está envolta de diversos mistérios que vão se solucionando aos poucos, porém nunca foi mistério a Norma por trás da Marilyn, o sentimento de abandono, a tristeza, a solidão que permanecia nela, apesar de todas as suas vitórias.

    Marilyn nunca foi feliz no amor, casou-se três vezes, porém sempre se separava por falta de cuidado de ambas as partes, o que levou-a a extremos: extremamente feliz quando se casava e extremamente depressiva quando se separava. Tampouco teve uma infância tranqüila, tendo passado anos em orfanatos e em casas de famílias, sob cuidados de estranhos.

    Marilyn foi uma excelente atriz, apesar de seus constantes atrasos e erros em gravações: tem uma estrela na calçada da fama, recebeu prêmios, atuou em doze filmes (deixando pela metade o décimo terceiro), fez ensaios de fotos com os fotógrafos mais bem cotados da época, sendo o último Bert Stern, que fez um ensaio com ela para a Vogue (primeira capa da Vogue com uma celebridade) e viveu anos de conquista que jamais nenhuma atriz conseguirá alcançar



    Gurdin fez anotações à mão, em julho de 1958, a respeito de um implante de queixo que teria feito na atriz em 1950. Nada foi escrito sobre uma plástica no nariz, mas Leaf afirma que seu ex-sócio o contou inúmeras vezes que tinha feito uma rinoplastia na ponta do nariz da beleza icônica.
    A maior beleza da década de 50, usou dos recursos da cirúrgia plástica para aumentar ainda mais a sua beleza.

    Johnny Hyde um dos grandes chefões do estúdio da 20th Century Fox transformou a ruiva e roliça Norma Jean em Marilyn Monroe uma das atrizes mais sexy de todos os tempos valendo-se de alguns recursos hoje bastante normais e comuns.
    Submeteu a jovem atriz a um permanente para aumentar o volume do penteado, por eletrólise, depois de várias aplicações de peróxido de hidrogênio e amoníaco (água oxigenada) transformando-a em loura platinada


    Hyde arranjou um cirurgião plástico para remover dois pequenos defeitos em sei queixo. Antes disso tudo, porém, Marilyn já havia submetido-se a um dentista para acertar os dentes.
    Marilyn Monroe também remodelou o seu nariz de batata a mando dos estúdios da Twentieth Century Fox nos anos 1940. Além disso, a diva platinada teve que perder muitos quilinhos para se tornar uma grande estrela

    Um pouco da história de Marilyn, que foi linda,talentosa rica, desejada e nem por isso feliz.



    Norma tornou-se Marilyn Monroe, pin up famosa e atriz consagrada que até hoje é referencia em cinema para qualquer pessoa, em qualquer idade. A mesma que causou inúmeras polêmicas mesmo depois de morta. Afinal, alguém sabe de fato o que aconteceu com a diva? Terá sido suicídio, como quase todos acreditam, ou terá sido assassinato como queima de arquivo, devido á sua perigosa relação com os Kennedy?

    Os relatórios de sua autópsia até hoje permanecem perdidos, reforçando uma sinistra idéia de conspiração, embora a teoria mais aceita seja a do suicídio por overdose de barbitúricos. Marilyn está envolta de diversos mistérios que vão se solucionando aos poucos, porém nunca foi mistério a Norma por trás da Marilyn, o sentimento de abandono, a tristeza, a solidão que permanecia nela, apesar de todas as suas vitórias.

    Marilyn nunca foi feliz no amor, casou-se três vezes, porém sempre se separava por falta de cuidado de ambas as partes, o que levou-a a extremos: extremamente feliz quando se casava e extremamente depressiva quando se separava. Tampouco teve uma infância tranqüila, tendo passado anos em orfanatos e em casas de famílias, sob cuidados de estranhos.

    Marilyn foi uma excelente atriz, apesar de seus constantes atrasos e erros em gravações: tem uma estrela na calçada da fama, recebeu prêmios, atuou em doze filmes (deixando pela metade o décimo terceiro), fez ensaios de fotos com os fotógrafos mais bem cotados da época, sendo o último Bert Stern, que fez um ensaio com ela para a Vogue (primeira capa da Vogue com uma celebridade) e viveu anos de conquista que jamais nenhuma atriz conseguirá alcançar

     FONTE:GIRAFANET